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Programação, temporada 2022

Orquestra Sinfônica Municipal apresenta Vésperas de Monteverdi

Theatro Municipal

20/12/2021 • 19h21/12/2021 • 19h22/12/2021 • 19h

>Nos dias 20, 21 e 22, a Orquestra Sinfônica Municipal e o Coral Paulistano, sob regência de Roberto Minczuk, trazem ao nosso palco um conjunto de obras desafiador: as Vésperas de Monteverdi. A obra barroca traz nada menos do que oito cantores solistas, além de 16 músicos convidados, especialistas em instrumentos da época. Você poderá ouvir: cravo, órgão, viola da gamba, guitarra barroca, traverso, sacabuxa, teorba e corneto. Abaixo, você encontra algumas fotos e curiosidades sobre eles. Em nosso perfil no Instagram, você encontra mais alguns detalhes, como trechos de vídeos com suas sonoridades.

Essa é a terceira vez que a Vespro está sendo montada no Thatro Municipal de São Paulo. É a primeira vez que o maestro Roberto Minczuk está regendo essa obra com a OSM no Theatro Municipal.

[Theatro Municipal – Sala de Espetáculos]

Vésperas de Monteverdi
Concerto Presencial, aberto ao público

Orquestra Sinfônica Municipal
Coral Paulistano

Roberto Minczuk, regência
Maíra Ferreira, regente do Coral Paulistano

Marília Vargas, soprano
Rose Moreira, soprano
Felipe Rissatti, contratenor
Anibal Mancini, tenor
Carlos Porto, tenor
Marcus Loureiro, tenor
Sabah Teixeira, baixo
Marcelo Coutinho, baixo

Marcus Held, spalla
Isabel Kanji, cravo
Alessandro Santoro, órgão
Gustavo Freccia, viola da gamba
Alexandre Ribeiro, teorba
Silvana Scarinci, teorba
Dagma Eid, guitarra barroca
Claudia Freixedas, flauta doce
Paulo da Mata, flauta doce e traverso
André Cortesi, traverso
Gustavo Gargiulo, corneto
Luis Chumpitazi, corneto
Marcelo Carvalho, corneto
Raphael Paixão, sacabuxa
Maurício Roger Simão, sacabuxa
Leonardo Ramos, sacabuxa

Programa

CLAUDIO MONTEVERDI
Vespro della beata vergine (93’) 

Quadrado rosa com traço de tinta branco. Na parte inferior esta escrito "Programa de Sala", "Clique Aqui". Direciona para o arquivo digital do programa de sala.

Quadrado rosa com traço de tinta branco. Na parte inferior esta escrito “Programa de Sala”, “Clique Aqui”. Direciona para o arquivo digital do programa de sala.

Ingressos R$10 a R$60
Classificação Livre
Duração total 93 minutos

Pensando, sempre, na proteção de nosso público, colaboradores e artistas, tendo em vista os cuidados quanto à transmissão da Covid-19, para assistir a este espetáculo é necessário seguir os protocolos de segurança estipulados em nosso Manual do Espectador (acesse aqui), que incluem, a partir de 11 de novembro, a apresentação do comprovante de vacinação.

Programa sujeito a alteração.

 

CONHEÇA ALGUNS DOS INSTRUMENTOS ANTIGOS QUE FAZEM PARTE DESSE CONCERTO

A VIOLA DA GAMBA foi um instrumento muito popular no Renascimento e no Barroco, em música solo, de conjunto e também acompanhando ao baixo contínuo. Possui seis ou sete cordas, trastes e utiliza-se cordas de tripa. O nome “da gamba” (italiano) alude à forma de tocar o instrumento, apoiando-o nas pernas.

A TEORBA é um instrumento de cordas criado na Itália no final do século XVI. É uma variedade de alaúde, de braço longo, para sustentar os baixos poderosos. Esses baixos propiciam a sustentação eficaz no acompanhamento dos cantores solistas que surgiam com o nascimento da ópera.

A GUITARRA BARROCA é conhecida também como guitarra de cinco ordens, sendo cada ordem correspondente a um par de cordas. Para a sua execução, existem duas técnicas diferentes: no rasgueado são tocadas várias cordas com golpes para cima e para baixo e no ponteado cada nota é tocada isoladamente.

O CRAVO é um instrumento de teclado com cordas pinçadas que teve seu apogeu no século XVIII. Apresenta uma riqueza de timbres e é um dos responsáveis pela execução do baixo contínuo, parte que dá sustentação harmônica e rítmica para a orquestra.

O ÓRGÃO é da família dos aerofones de teclas, o mais antigo instrumento de teclado, tocado por meio de um ou mais manuais e uma pedaleira. O som é produzido pela passagem de ar através de tubos sonoros. O órgão executado nesse espetáculo tem tubos internos.

A FLAUTA DOCE tem origem medieval e foi o tipo de flauta mais utilizado na Europa até meados do Barroco. Feita de madeira ou de outros materiais, produz um som melodioso e tem como característica o fato de ter um bloco no seu bocal, o qual canaliza o ar soprado pelo flautista.

A SACABUXA é um instrumento de sopro antecessor ao trombone moderno. Apresenta uma sonoridade menos potente, mesclando-se facilmente com a voz e pequenos grupos instrumentais. Era um dos únicos três instrumentos de metal que os compositores do Renascimento tinham à disposição, sendo os outros dois o trompete natural e a trompa.

 

Este espetáculo conta com apoio: