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Festival Internacional de Dança em Paisagens Urbanas

Praça das Artes

31/03/2017 • 18h03/04/2017 • 17h07/04/2017 • 18h

Praça das Artes 

Festival Internacional de Dança em Paisagens Urbanas

10 º Visões Urbanas

Gratuito

 

Programa:

 

31/3

Abertura – 18h

IMPROVISO AZUL

Nego Love e Jailton Oliveira (Maceió-Al)

Dançar a ausência, a saudade, o vazio, a alegria, a imensidão azul. Nesta performance-homenagem os artistas/dançarinos Jailton Oliveira e Nego Love dançam e reconstroem em seus corpos as memórias, afetos e experiências vividas e trocadas com o bailarino Jorge Schutze, que nos deixou em 2016, vítima da violência na cidade de Maceió-AL.

Jailton Oliveira e Nego Love, concepção e interpretação

 

19h

LOST TIME, SAME SUN

Yo Nakamura (Japão)

Há 2 anos fui para o Brasil. Qual é a diferença entre agora e aquele tempo, dentro ou fora de mim?  Este solo de dança é inspirado nas palavras de Naoko Kudo (poeta japonês) e Taiyo Matsumoto (cartunista japonês).

Concepção e performance: Yo Nakamura

 

19h30

HOMELAND 

Duo 1

Project Sacred Place (Bélgica), companhia

Cada criação do projeto HOMELAND é criado por artistas com raízes e históricos diferentes. Mostra o momento em que seus caminhos se cruzam, seu encontro, sua busca autêntica de semelhanças e contrastes, como eles se surpreendem e refletem um no outro. Eles se entrelaçam brevemente no espaço entre dois mundos antes de continuar seu caminho.

Ficha técnica:

Duo 1: Ben De. Keiser, conceito e produção

Amerigo Delli Bove (Itália) e Noemi Schellens (Bélgica), performance dança e canto

 

20h

NA ÁGUA LUMINOSA – HIKARI NO MIZU NI

Núcleo Fu Bu Myo In Na Água Luminosa

Hikari no Mizu ni é uma performance fugaku de Toshi Tanaka e o Núcleo Fu Bu Myo In que busca a vida da palavra no corpo, originando a dança, o canto e o sho – caligrafia. O tema é o fluxo da água no corpo e na Terra.

Ficha técnica:

Toshi Tanaka, direção e orientação corporal

Toshi Tanaka, Fernanda Mascarenhas e Angélica Figuera, elenco

Núcleo Fu Bu Myo In, instalação cênica, iluminação e figurino

Toshi Tanaka, Sho, caligrafia Núcleo Fu Bu Myo In, produção

 

3/4

 

17h

ENCRUZILHADA

Companhia: Fragmento Urbano

“Encruzilhada” traz à tona, através de uma linguagem experimental e contemporânea, uma discussão sobre a atualidade, a ressignificação da ancestralidade, os espaços urbanos e as relações sociais que os permeiam. Ao resgatar manifestações populares que fazem parte de uma memória coletiva pouco celebrada, excluídas da narrativa hegemônica da História, e apresentá-las como recriações contemporâneas em zonas periféricas, o grupo propõe um ato de resistência – do(a) negro(a), da periferia, dos grandes mestres da cultura popular e do Hip Hop pouco reconhecidos. O resgate da memória coletiva passa também pelo resgate das memórias pessoais de cada integrante do grupo e resulta numa nova consciência corporal e política com suas infinitas possibilidades.

Ficha técnica:

Douglas Lesus, direção

Anelise Mayumi, Douglas Iesus, Juliana Sanso, Luan Afonso, Tiago da Silva, dançarinas

Anelise Mayumi e Diego Castro, produção Mauro

Alves, preparador corporal

Luli Ramos e Fernando Ferraz, artistas provocadores

Fernanda Cruz, Cláudio Thebas, Banks Back Spin, Marcelino Freire, Lamartine Silva, Dinho Nascimento, Rapadura Xique Chico, Pedro Peu, Thales F. Sarjo, Pikolé, Edson Jacaré, Morgana Souza, Nego Love e Vanilton Lakka, artistas dos blocos de formação encruzilhada.

Marianna Midori e Aline Senzi, captação de áudio e vídeo

Thales F. Sarjo, ensaiador

Marianna Midori e Luan Afonso, assessoria de imprensa

Denise Guilherme, figurinos e adereços

Thales F. Sarjo, apoio cênico

Adriana Nogueira, design gráfico

Roger Cipó, João Nascimento, Rapadura Xique Chico, Ana Diniz e Clã Nordestino,  fotografia paisagem sonora

 

18h

SACRIFICIO

(tornar lugares sagrados)

Luis Arrieta e Mauro Wrona

O editor tinha deixado Borges quase apavorado com a sutil intimação da entrega de um ou dois poemas por mês para no final do ano lançar um livro com a coletânea deles. Agora mais tranquilo, o poeta concluiu que era praticamente impossível a qualquer ser humano não ter possibilidade de poesia pelos menos uma vez ao dia.  A cidade guarda entranhada na sua cruel feiura toda a infinita e eterna beleza da criação divina, esperando adormecida pelo beijo da atenção presente que a revele. As energias do som e do movimento, da dança e do canto, penetram os átomos profanos e os resgatam sagrados. A simples, mas plena luz do ser, torna poesia todo àquilo que cobre com a sua presença infinita e eterna. Sem esforço algum torna o secular sagrado.

Faz o profano sacro. Sacro fazer.  Sacrifício. SARCER: sagrado, FACERE: fazer. Tornar um ato sagrado.

Ficha técnica:

Criação, figurino e interpretação: Luis Arrieta e Mauro Wrona Luis Arrieta: dança

Mauro Wrona: canto música

Gustav Mahler, pequenas sugestões do repertório operístico e sons aleatórios *

Essa criação integra o projeto HOMELAND co-produção entre Sacred Place (Bélgica) e Visões Urbanas (Brasil)

 

19h

O FIM DAS ÚLTIMAS ÁRVORES

Thiago Verdeee , Mirtes Calheiros e Ederson Lopes

O artista Thiago Verde apresenta sessões de improviso e experimentações não ortodoxas, criadas ao vivo por samplers, filtros, fitas analógicas, loops e sintetizadores. Envolvidos por esse ambiente sonoro os performers Mirtes Calheiros e Ederson Lopes criam imagens e deslocamentos levando em conta o caminho do vento e a arquitetura da Praça das Artes.

Ficha técnica:

Ederson Lopes, Mirtes Calheiros e Thiago Verde, performance

 

7/4 

 

17h30

ESTRANHOS SERES NEBULOSOS E ILUSÓRIOS

Cia. Artesãos do Corpo

“Esculturas do Inconsciente” é uma criação que interroga territórios, comportamentos, formas de habitar e co-existir nas cidades contemporâneas. Perda e permanência ocupam o mesmo tempo-espaço criando um ambiente de constante conflito, negociação e movimento colocando em cheque conceitos de pertencimento, preservação e vizinhança. Os intérpretes buscam um corpo cênico que dialogue com as idéias de demolição, implosão, desconstrução, ocupação, despejo e deslocamento convidando a plateia para reconstruir novas espacialidades e intervalos em uma paisagem impermanente feita de memórias, sombras, vestígios e ausências. Criação livremente inspirada na série de fotografias “Esculturas do inconsciente” do fotografo japonês Tatewaki Nio.

Essa criação faz parte do projeto TEMPO SUSPENSO, contemplado pelo 18a edição do Programa Municipal de Fomento à Dança para cidade de São Paulo – 2015.

Ficha técnica:

Intérpretes: Ederson Lopes, Fany Froberville, Gisele Ross, Leandro Antonio, Margarita Ma. Milagros, Maira Yuri, Mirtes Calheiros, Rodrigo Caffer e Ronaldo Zaphas.

Artistas colaboradores: Diogo Soares e Julia Maykot,

Sonoplastia: Marcelo Catelan

Luz: Carlos Gaúcho

Professores: Toshi Tanaka (do-ho), Rene Lenard (chi-kung), Sensei Bueno (ai-ki-do), Ederson Lopes (hata yoga)

Orientação: Michiko Okano

Consultoria artística: Tatewaki Nio

Objetos e figurinos: Núcleo artístico Artesãos do Corpo

Projeto gráfico: Bruno Pucci,

Fotos: Fabio Pazzini

 

Programação sujeita a alterações.