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Conversa de Bastidor: óperas de Plínio Marcos “Navalha na Carne” e “Homens de Papel”

Praça das Artes

12/04/2022 • 17h

[ Praça das Artes – Sala de Exposições ]

O encontro “Conversa de Bastidor” irá propor diálogos e ampliar pontos de vista sobre a programação do Theatro Municipal de São Paulo, em especial as óperas. Por meio de compartilhamento de leituras, vivências e conhecimentos, busca aproximar a plateia das experiências de criação artística e do contexto cultural no qual estão envolvidas. É um convite ao público para, além de prestigiar as óperas, participar dos debates que elas suscitam.

Nessa primeira edição, os participantes irão dialogar sobre as óperas de Plínio Marcos: “Navalha na Carne” e “Homens de Papel“, que serão apresentadas no Theatro Municipal nos dias 8, 9, 10, 12, 13 e 14 de abril (saiba mais). O evento será presencial e também terá transmissão ao vivo pelo Youtube do Theatro Municipal

 

Participam da conversa:

Roberto Minczuk, direção musical e regência das óperas “Navalha na Carne” e “Homens de Papel“.

Oswaldo Mendes, ator, diretor teatral, jornalista e biógrafo de Plínio Marcos.

Elodie Bouny, compositora da ópera “Homens de Papel“.

Leonardo Martinelli, compositor da ópera “Navalha na Carne“.

Anfitriã:

Anita Lazarim, pesquisadora do Theatro Municipal de São Paulo.

 

Sobre os participantes:

Roberto Minczuk é maestro titular da Orquestra Sinfônica Municipal. Nasceu em São Paulo, logo cedo estudou trompete na Escola Municipal de Música de São Paulo, estreando como solista no Theatro Municipal de São Paulo aos 10 anos de idade e aos 13, como 1ª trompa do Theatro Municipal de São Paulo. Formou-se na Julliard School of Music. Como maestro, fez sua estreia internacional à frente da Filarmônica de Nova York, em 1998. Regeu mais de 100 orquestras internacionais. Foi diretor artístico do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, diretor artístico adjunto da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), diretor artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e maestro titular da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, sendo o primeiro artista a receber o Prêmio Concert Arte de Ribeirão Preto. Venceu o Grammy Latino e foi indicado ao Grammy Americano com o álbum ‘Jobim Sinfônico’. Atualmente, além de maestro titular da Orquestra Sinfônica Municipal, é também maestro titular da Filarmônica de New Mexico, nos Estados Unidos, maestro emérito da Orquestra Sinfônica Brasileira (da qual foi regente titular de 2005 a 2015) e maestro emérito da Filarmônica de Calgary, no Canadá.

Fonte: https://theatromunicipal.org.br/pt-br/orquestra-sinfonica-municipal/

 

Oswaldo Mendes é ator, diretor, autor de teatro e jornalista. Possui uma carreira teatral longeva, que inclui um Prêmio Shell de Melhor Ator por sua atuação na peça “Perdida… uma comédia quântica” e participação na fundação da Associação Paulista de Críticos de Arte, APCA. Como jornalista atuou no jornal Última Hora (SP), na Folha de S. Paulo.  É o autor de “Bendito Maldito – uma Biografia de Plínio Marcos”, com a qual ganhou o Prêmio Jabuti, e recebeu o Mambembe de Melhor Autor pela peça “Voltaire – Deus me livre e guarde”. Para a atual temporada lírica do Theatro Municipal, foi convidado a escrever o texto “Da desumana solidão” que integra o libreto das óperas de Plínio Marcos “Navalha na Carne” e “Homens de Papel“. 

Fonte: https://www.camara.leg.br/radio/programas/849190-oswaldo-mendes-o-teatro-entre-todas-as-coisas/

 

Leonardo Martinelli é compositor da ópera “Navalha na Carne”. Natural de São Paulo, Leonardo Martinelli é compositor, professor universitário, conferencista e pesquisador, com mestrado e doutorado pelo Instituto de Artes da Unesp (Universidade Estadual Paulista). Atualmente, suas pesquisas e composições enfatizam a questão do affetto e da expressividade enquanto elemento estrutural nas poéticas musicais contemporâneas. Suas obras têm sido apresentadas regularmente nos principais eventos de música contemporânea do Brasil e interpretadas por importantes orquestras, grupos de câmara e solistas em atividade no país e também no exterior. Entre 2014-16 dirigiu os programas educacionais do Theatro Municipal de São Paulo (a partir dos quais forma criados o Opera Studio, o Ateliê Contemporâneo e a Banda Sinfônica da Escola Municipal de Música). Nos últimos anos tem atuado na promoção e no debate em torno da sustentabilidade da música clássica e dessa atividade como fator de mudança social por meio de artigos, debates e conferências em diferentes evento no setor, com destaque para participações na Classical: NEXT, na Holanda. Atualmente trabalha como docente junto à Faculdade Santa Marcelina e à Escola Municipal de Música de São Paulo, além de colaborar para o Site e Revista Concerto.

Fonte: Currículo Lattes.

 

Elodie Bouny é compositora da ópera “Homens de Papel”. Nasceu em Caracas (Venezuela) e cresceu em Paris, onde realizou estudos clássicos, com enfoque no violão erudito. É Mestre em Educação Musical pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2012), e Doutora em Processos Criativos pela mesma instituição (2019). Em 2013, sua dissertação de mestrado foi publicada nas Novas Edições Acadêmicas com o título: Violonista de formação erudita e violonista de formação popular: Investigando as diferenças na formação musical. Elodie se apresenta desde o início dos anos 2000 em diversos festivais no Brasil e no mundo, em recitais solo e de música de câmara e ministrando cursos e Master Class. Seu primeiro CD, “Terra Adentro”, dedicado ao repertório latino-americano, saiu em 2011, pela gravadora carioca A Casa Produções e tem produção artística de Yamandu Costa. Recentemente, a Orquestra do Theatro Municipal de São Paulo lhe encomendou uma peça para soprano e orquestra, “Meia Lágrima”, que foi estreada em maio de 2019 pela cantora Marly Montano sob a regência de Roberto Minczuk. E, na temporada lírica deste ano, estreia a ópera “Homens de Papel”, também encomendada pelo Theatro Municipal de São Paulo.

Fonte: http://elodiebouny.com/ 

 

Classificação livre

Entrada gratuita

Duração 90 minutos

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