Programação, temporada 2024

Balé da Cidade – Turnê Europa

Outros

10/03/2024 • 17h12/03/2024 • 20h15/03/2024 • 19h3016/03/2024 • 19h3019/03/2024 • 20h22/03/2024 • 19h3024/03/2024 • 18h26/03/2024 • 19h3027/03/2024 • 19h30

[ EVENTOS EXTERNOS – TURNÊ EUROPA ]

BALÉ DA CIDADE DE SÃO PAULO
Alejandro Ahmed, direção artística

Coreografias a serem apresentadas:

Adastra
Adastra para mim é uma filosofia de vida, um ponto de reflexão, como o percurso a seguir para encontrar a estrela que cada um carrega dentro de si, em definitivo, qual é a energia que nos levará à boa estrela. O caminho é uma luta pessoal para ser o que sempre se sonhou, um sonho impossível, como o de poder alcançar as estrelas. Há um mérito para chegar ao centro de Adastra porque quanto mais adversidades você encontra, mais experiência trará para a sua curta vida.
Adastra do latim: “Per aspera ad astra” ou “Através do esforço, triunfo”.
– Cayetano Soto

Cayetano Soto, coreografia, desenho de luz e figurino
Ezio Bosso, música
Mikiko Arai, assistente de coreografia
Madalena Machado, confecção de figurino
Carolina Franco e Roberta Botta, ensaiadoras

Transe
O termo transe vem do latim transire e significa “ir para além de”. Segundo Fernando Portela Câmera: “Transe é um estado modificado de consciência em que esta interioriza-se, manifestando vivências habitualmente reprimidas na vigília”. As características psíquicas deste estado resultam em fortes alterações no corpo induzindo à excepcional formação de imagens, sugestionabilidade aumentada, literalismo, ausência de dor, alucinações, teatralismo, empatia e etc. O transe pode ser visto como endêmico à condição humana, mas alguns animais também usam de propósito, substâncias disponíveis na natureza – que alteram a percepção – e os deixam em um estado fora de si. Em Transe, para o Balé da Cidade, somos levados a uma jornada híbrida, homem versus animal, ambientada numa atmosfera apocalíptica, celebrando a vida num possível mundo pós-pandêmico. Nos perguntamos: seria possível um mundo utópico, onde pudéssemos festejar a vida apenas através da dança e da música, numa espécie de festa sem fim? Devaneios. Pulsação. Vibração. Movimento. Transe é uma utopia metaforizada em uma fábula inventada. Um ritual futurístico de êxtase coletivo; um mergulho sensorial mais próximo da dimensão do sensível do que do intelectual.
– Clébio Oliveira

Clébio Oliveira, concepção e coreografia
Matresanch, música original
Mirella Brandi, desenho de luz
João Pimenta, figurino
Carolina Franco e Roberta Botta, ensaiadoras

Fôlego 
Em Fôlego, Rafaela Sahyoun se debruça na urgência de criar literalmente pulso. A eletricidade nos corpos emergentes das atualizações presentes no espaço, da resistência de tempos sombrios à ação de transformação coletiva. Numa dramaturgia de força propulsora e sensorial, contágio & negociação de desejos. Fôlego evoca o erotismo de estar vivo.

Rafaela Sahyoun, concepção e coreografia
Joaquim Tomé, produção musical
The Field, trilha sonora

10/3 – Fribourg, Suíça | Théâtre Equilibre

12/3 – Morges, Suíça | Théâtre Beausobre

15 e 16/3 – Ludwigshafen, Alemanha | Der Pfalzbau

19/3 – Saarlouis, Alemanha | Theater am Ring

22/3 – Friedrichshafen, Alemanha | Graf-Zeppelin-Haus

24/3 – Lugano, Suíça | LAC Lugano Arte e Cultura

26 e 27/3 – Winterthur, Suíça | Theater Winterthur

Saiba mais informações e confira os ingressos no site de cada instituição que ocorrem as apresentações.

Programação sujeita a alteração.