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Programação, temporada 2022

Balé da Cidade de São Paulo apresenta Adastra e Transe

Theatro Municipal

22/06/2022 • 20h23/06/2022 • 20h24/06/2022 • 20h25/06/2022 • 17h26/06/2022 • 17h

[ Theatro Municipal – Sala de Espetáculos ]

BALÉ DA CIDADE DE SÃO PAULO

Adastra

Adastra para mim é uma filosofia de vida, um ponto de reflexão, como o percurso a seguir para encontrar a estrela que cada um carrega dentro de si, em definitivo, qual é a energia que nos levará à boa estrela. O caminho é uma luta pessoal para ser o que sempre se sonhou, um sonho impossível, como o de poder alcançar as estrelas. Há um mérito para chegar ao centro de Adastra porque quanto mais adversidades você encontra, mais experiência trará para a sua curta vida.

Adastra do latim: “Per aspera ad astra” ou “Através do esforço, triunfo”.

– Cayetano Soto

Cayetano Soto, coreografia, desenho de luz e figurino
Ezio Bosso, música
Mikiko Arai, assistente de coreografia
Carolina Franco e Roberta Botta, ensaiadoras
Madalena Machado, confecção de figurino

Elenco
Alyne Mach, Ana Beatriz Nunes, Bruno Gregório, Bruno Rodrigues, Cleber Fantinatti, Erika Ishimaru, Fabiana Ikehara, Harry Gavlar, Isabela Maylart, Leonardo Silveira, Luiz Crepaldi, Luiz Oliveira, Marina Giunti, Rebeca Ferreira, Renata Bardazzi, Victor Hugo Vila Nova

 

 Transe

O termo transe vem do latim transire e significa “ir para além de”. Segundo Fernando Portela Câmera: “Transe é um estado modificado de consciência em que esta interioriza-se, manifestando vivências habitualmente reprimidas na vigília”. As características psíquicas deste estado resultam em fortes alterações no corpo induzindo à excepcional formação de imagens, sugestionabilidade aumentada, literalismo, ausência de dor, alucinações, teatralismo, empatia e etc. O transe pode ser visto como endêmico à condição humana, mas alguns animais também usam de propósito, substâncias disponíveis na natureza – que alteram a percepção – e os deixam em um estado fora de si. Em Transe, para o Balé da Cidade de São Paulo, somos levados a uma jornada híbrida, homem versus animal, ambientada numa atmosfera apocalíptica, celebrando a vida num possível mundo pós-pandêmico, e nos perguntamos: Seria possível um mundo utópico, onde pudéssemos festejar a vida apenas através da dança e da música, numa espécie de festa sem fim? Devaneios. Pulsação. Vibração. Movimento. Transe é uma utopia metaforizada em uma fábula inventada. Um ritual futurístico de êxtase coletivo; um mergulho sensorial mais próximo da dimensão do sensível do que do intelectual.

– Clébio Oliveira

Clébio Oliveira, concepção e coreografia
Matresanch, música original
Mirella Brandi, desenho de luz
João Pimenta, figurino
Carolina Franco e Roberta Botta, ensaiadoras

Elenco
Alyne Mach, Ana Beatriz Nunes, Bruno Gregório, Bruno Rodrigues, Erika Ishimaru, Fabiana Ikehara, Harry Gavlar, Leonardo Silveira, Luiz Crepaldi, Luiz Oliveira, Manuel Gomes, Marcel Anselmé, Renata Bardazzi, Victor Hugo Vila Nova, Victoria Oggiam

Quadrado rosa com traço de tinta branco. Na parte inferior esta escrito “Programa de Sala”, “Clique Aqui”. Direciona para o arquivo digital do programa de sala.

Quadrado rosa com traço de tinta branco. Na parte inferior esta escrito “Programa de Sala”, “Clique Aqui”. Direciona para o arquivo digital do programa de sala.

Classificação livre
Duração total 80 minutos (com intervalo)
Ingressos R$ 10,00 a R$ 80,00

 

Pensando, sempre, na proteção de nosso público, colaboradores e artistas, tendo em vista os cuidados quanto à transmissão da Covid-19, para assistir a este espetáculo é necessário seguir os protocolos de segurança estipulados em nosso Manual do Espectador (acesse aqui).

Programa sujeito a alteração.