Mais do que uma ópera, Intolleranza, de Luigi Nono, surge como uma poderosa ação cênica, agora reinventada sob a direção de Nuno Ramos e Eduardo Climachauska.
Criada no pós-guerra, a obra ecoa as feridas do fascismo e da bomba de Hiroshima, projetando um grito urgente que ressoa com força no presente.
Vozes, gritos e sobreposições sonoras transformam o palco em uma praça pública, onde arte e política se confundem.
O libreto reúne grandes nomes do pensamento e da poesia do século XX para narrar a trajetória de um trabalhador confrontado pela opressão.
Em sua estreia no Brasil e na América Latina, Intolleranza promete um acontecimento artístico radical, intenso e inesquecível.
Intolleranza 1960
Ópera com música e libreto de Luigi Nono, a partir de uma ideia de Angelo Maria Ripellino
Editor original: Schott Music
Representante exclusivo Barry Editorial
ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL
CORO LÍRICO MUNICIPAL
Roberto Minczuk, direção musical
Hernán Sánchez Arteaga, regência do Coro Lírico Municipal
Nuno Ramos e Eduardo Climachauska , direção cênica
Renan Marcondes e Marcus Garcia, cenografia
Mirella Brandi, design de luz
Piero Schlochauer, assistente de direção cênica e musical
Dias 29, 31, 03, 06
Peter Tantsits, Um Imigrante
Maria Carla Pino Cury, Sua Companheira
Dias 30, 02, 05
Giovanni Tristacci, Um Imigrante
Gabriela Geluda, Sua Companheira
todas as datas
Marly Montoni, Uma Mulher (contralto)
A ser anunciado, Um Argelino (barítono)
A ser anunciado, Um Torturado (baixo)
Mais do que uma ópera, Intolleranza, de Luigi Nono, surge como uma poderosa ação cênica, agora reinventada sob a direção de Nuno Ramos e Eduardo Climachauska.
Criada no pós-guerra, a obra ecoa as feridas do fascismo e da bomba de Hiroshima, projetando um grito urgente que ressoa com força no presente.
Vozes, gritos e sobreposições sonoras transformam o palco em uma praça pública, onde arte e política se confundem.
O libreto reúne grandes nomes do pensamento e da poesia do século XX para narrar a trajetória de um trabalhador confrontado pela opressão.
Em sua estreia no Brasil e na América Latina, Intolleranza promete um acontecimento artístico radical, intenso e inesquecível.
Intolleranza 1960
Ópera com música e libreto de Luigi Nono, a partir de uma ideia de Angelo Maria Ripellino
Editor original: Schott Music
Representante exclusivo Barry Editorial
ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL
CORO LÍRICO MUNICIPAL
Roberto Minczuk, direção musical
Hernán Sánchez Arteaga, regência do Coro Lírico Municipal
Nuno Ramos e Eduardo Climachauska , direção cênica
Renan Marcondes e Marcus Garcia, cenografia
Mirella Brandi, design de luz
Piero Schlochauer, assistente de direção cênica e musical
Dias 29, 31, 03, 06
Peter Tantsits, Um Imigrante
Maria Carla Pino Cury, Sua Companheira
Dias 30, 02, 05
Giovanni Tristacci, Um Imigrante
Gabriela Geluda, Sua Companheira
todas as datas
Marly Montoni, Uma Mulher (contralto)
A ser anunciado, Um Argelino (barítono)
A ser anunciado, Um Torturado (baixo)
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