Descubra a grandiosidade da Missa de Bernstein, uma obra que une música, teatro e reflexão, com a Orquestra Sinfônica Municipal, Coral Paulistano e Coro Lírico Municipal, sob a regência de Roberto Minczuk e participação do renomado barítono Paulo Szot.
Roberto Minczuk, regência
Paulo Szot, celebrante
Solistas a serem anunciados
Programa
LEONARD BERNSTEIN
Missa
No início da década de 1970, motivado pela encomenda de uma obra – cujo gênero, instrumentação e duração eram livres –, Leonard Bernstein, uma das figuras mais importantes da música no século XX, criou uma obra ousada e surpreendente.
A obra foi uma encomenda da família Kennedy para ser apresentada na inauguração do Centro John F. kennedy de Artes Performáticas, em 1971. Ao saber que o compositor estava escrevendo uma missa, houve grande alegria por parte dos organizadores do evento, pois John Kennedy foi o primeiro presidente católico dos Estados Unidos. Embora baseada na missa católica tridentina (pré 1962), a Missa de Bernstein se configura como um teatro musical, ao unir passagens litúrgicas cantadas em latim a textos adicionais em inglês escritos por Bernstein, Stephen Schwartz e Paul Simon. Ainda incorpora uma variedade de estilos musicais, além de um coral de “manifestantes de rua”, para apresentar uma nova visão de fé e liturgia ao mundo moderno.
A obra foi concebida para ser encenada teatralmente, mas também já foi apresentada em ambientes de concerto. A Missa estreou em 8 de setembro de 1971, conduzida por Maurice Peress e coreografada por Alvin Ailey, com figurinos de Frank Thompson. Na Europa, ela teve sua primeira audição em 1973, com John Mauceri conduzindo a Orquestra Sinfônica de Yale em Viena. A recepção inicial da crítica foi bastante negativa. A gravação da obra pela Columbia Records, no entanto, teve excelentes vendas. A Missa foi inicialmente criticada por autoridades da Igreja Católica, mas, no ano 2000, o Papa João Paulo II promoveu a apresentação da peça no Vaticano.
Certos aspectos da obra refletem o tempo no qual ela foi criada: desde alguns dos slogans de protesto até a busca liberal cristã dos anos 1970 em prol da valorização de uma religião mais pura e autêntica, em detrimento de questões eclesiásticas e sacramentais da Igreja institucional.
Muito de sua mensagem ainda é relevante nos dias atuais. Não se trata propriamente de uma crítica à Igreja Católica, mas de transformar sua liturgia num espaço para a discussão e mesmo denúncia das opressões do mundo contemporâneo. Essa obra grandiosa e surpreendente unirá os esforços da Orquestra Sinfônica Municipal, dos coros Paulistano e Lírico, e de Paulo Szot, um dos barítonos mais aclamados e versáteis do mundo. A regência e direção musical é de Roberto Minczuk.
Descubra a grandiosidade da Missa de Bernstein, uma obra que une música, teatro e reflexão, com a Orquestra Sinfônica Municipal, Coral Paulistano e Coro Lírico Municipal, sob a regência de Roberto Minczuk e participação do renomado barítono Paulo Szot.
No início da década de 1970, motivado pela encomenda de uma obra – cujo gênero, instrumentação e duração eram livres –, Leonard Bernstein, uma das figuras mais importantes da música no século XX, criou uma obra ousada e surpreendente.
A obra foi uma encomenda da família Kennedy para ser apresentada na inauguração do Centro John F. kennedy de Artes Performáticas, em 1971. Ao saber que o compositor estava escrevendo uma missa, houve grande alegria por parte dos organizadores do evento, pois John Kennedy foi o primeiro presidente católico dos Estados Unidos. Embora baseada na missa católica tridentina (pré 1962), a Missa de Bernstein se configura como um teatro musical, ao unir passagens litúrgicas cantadas em latim a textos adicionais em inglês escritos por Bernstein, Stephen Schwartz e Paul Simon. Ainda incorpora uma variedade de estilos musicais, além de um coral de “manifestantes de rua”, para apresentar uma nova visão de fé e liturgia ao mundo moderno.
A obra foi concebida para ser encenada teatralmente, mas também já foi apresentada em ambientes de concerto. A Missa estreou em 8 de setembro de 1971, conduzida por Maurice Peress e coreografada por Alvin Ailey, com figurinos de Frank Thompson. Na Europa, ela teve sua primeira audição em 1973, com John Mauceri conduzindo a Orquestra Sinfônica de Yale em Viena. A recepção inicial da crítica foi bastante negativa. A gravação da obra pela Columbia Records, no entanto, teve excelentes vendas. A Missa foi inicialmente criticada por autoridades da Igreja Católica, mas, no ano 2000, o Papa João Paulo II promoveu a apresentação da peça no Vaticano.
Certos aspectos da obra refletem o tempo no qual ela foi criada: desde alguns dos slogans de protesto até a busca liberal cristã dos anos 1970 em prol da valorização de uma religião mais pura e autêntica, em detrimento de questões eclesiásticas e sacramentais da Igreja institucional.
Muito de sua mensagem ainda é relevante nos dias atuais. Não se trata propriamente de uma crítica à Igreja Católica, mas de transformar sua liturgia num espaço para a discussão e mesmo denúncia das opressões do mundo contemporâneo. Essa obra grandiosa e surpreendente unirá os esforços da Orquestra Sinfônica Municipal, dos coros Paulistano e Lírico, e de Paulo Szot, um dos barítonos mais aclamados e versáteis do mundo. A regência e direção musical é de Roberto Minczuk.
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11 3367 7200
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