Ápice dramático do filme Filadélfia, estrelado por Tom Hanks e Denzel Washington, a ária La Mamma Morta está no inconsciente e no imaginário de todos os cinéfilos e melômanos. Depois de 20 anos, o público do Theatro Municipal de São Paulo poderá se reencontrar não só com esta ária, mas com a trama lírica baseada na vida do poeta romântico francês André Chénier, guilhotinado durante o “Terror”, período de intensa violência e repressão política na Revolução Francesa. Consagrada como a obra lírica mais famosa de Umberto Giordano, o libreto de Luigi Illica gira em torno do amor entre Andrea e Maddalena, e do caos político e social com características essenciais do verismo então em voga. A ópera foi escrita em quatro quadros, em 1896, e estreou com sucesso triunfal no Teatro Alla Scala de Milão.
A concepção da ópera ficará com Caio Araújo, carnavalesco formado em artes visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Atuou como carnavalesco da Mocidade Unida da Mooca no Carnaval de 2024 e atualmente é carnavalesco da Mocidade Alegre. Na Mocidade Unida da Mooca, também participou de desfiles em vários anos, especialmente no acesso em São Paulo, conduzindo os enredos com destaque em 2024.
A direção cênica será assinada por Carla Camurati, atriz, diretora e produtora brasileira, reconhecida por seu papel na retomada do cinema nacional nos anos 1990. Carla começou a carreira como atriz de teatro, televisão e cinema, ganhando notoriedade em novelas e filmes. Em 1995, dirigiu Carlota Joaquina, Princesa do Brasil, marco da retomada cinematográfica. Desde então, assinou obras como Irma Vap – O Retorno e O Pequeno Príncipe. Também presidiu a Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro, contribuindo para a gestão cultural do país. Sua trajetória é marcada pela versatilidade e pelo compromisso com a valorização das artes brasileiras.
Andrea Chénier
Ópera em quatro atos de Umberto Giordano com libreto de Luigi Illica
Roberto Minczuk, direção musical
Hernán Sánchez Arteaga, regência do Coro Lírico Municipal
Caio Araujo, concepção
Carla Camurati, direção cênica
28, 29, 02, 05
A ser anunciado, Andrea Chénier
A ser anunciado, Carlo Gérard
A ser anunciado, Maddalena
28, 01, 04
A ser anunciado, Andrea Chénier
A ser anunciado, Carlo Gérard
A ser anunciado, Maddalena
todas as datas
A ser anunciado, Bersi
A ser anunciado, La comtesse de Coigny
A ser anunciado, Pietro Fleville
A ser anunciado, Um Romancista
A ser anunciado, Um Poeta
A ser anunciado, Um Espião
A ser anunciado Schmidt
A ser anunciado, Uma Velha Mulher
A ser anunciado, Um Executor Público
A ser anunciado, Mestre da Casa
Ápice dramático do filme Filadélfia, estrelado por Tom Hanks e Denzel Washington, a ária La Mamma Morta está no inconsciente e no imaginário de todos os cinéfilos e melômanos. Depois de 20 anos, o público do Theatro Municipal de São Paulo poderá se reencontrar não só com esta ária, mas com a trama lírica baseada na vida do poeta romântico francês André Chénier, guilhotinado durante o “Terror”, período de intensa violência e repressão política na Revolução Francesa. Consagrada como a obra lírica mais famosa de Umberto Giordano, o libreto de Luigi Illica gira em torno do amor entre Andrea e Maddalena, e do caos político e social com características essenciais do verismo então em voga. A ópera foi escrita em quatro quadros, em 1896, e estreou com sucesso triunfal no Teatro Alla Scala de Milão.
A concepção da ópera ficará com Caio Araújo, carnavalesco formado em artes visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Atuou como carnavalesco da Mocidade Unida da Mooca no Carnaval de 2024 e atualmente é carnavalesco da Mocidade Alegre. Na Mocidade Unida da Mooca, também participou de desfiles em vários anos, especialmente no acesso em São Paulo, conduzindo os enredos com destaque em 2024.
A direção cênica será assinada por Carla Camurati, atriz, diretora e produtora brasileira, reconhecida por seu papel na retomada do cinema nacional nos anos 1990. Carla começou a carreira como atriz de teatro, televisão e cinema, ganhando notoriedade em novelas e filmes. Em 1995, dirigiu Carlota Joaquina, Princesa do Brasil, marco da retomada cinematográfica. Desde então, assinou obras como Irma Vap – O Retorno e O Pequeno Príncipe. Também presidiu a Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro, contribuindo para a gestão cultural do país. Sua trajetória é marcada pela versatilidade e pelo compromisso com a valorização das artes brasileiras.
Andrea Chénier
Ópera em quatro atos de Umberto Giordano com libreto de Luigi Illica
Roberto Minczuk, direção musical
Hernán Sánchez Arteaga, regência do Coro Lírico Municipal
Caio Araujo, concepção
Carla Camurati, direção cênica
28, 29, 02, 05
A ser anunciado, Andrea Chénier
A ser anunciado, Carlo Gérard
A ser anunciado, Maddalena
28, 01, 04
A ser anunciado, Andrea Chénier
A ser anunciado, Carlo Gérard
A ser anunciado, Maddalena
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A ser anunciado, La comtesse de Coigny
A ser anunciado, Pietro Fleville
A ser anunciado, Um Romancista
A ser anunciado, Um Poeta
A ser anunciado, Um Espião
A ser anunciado Schmidt
A ser anunciado, Uma Velha Mulher
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11 3367 7200
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