tão carne quanto pedra e BOCA ABISSAL

tão carne quanto pedra e BOCA ABISSAL

Descrição do Evento

Explore a intensidade e a beleza da dança contemporânea com as obras ‘tão carne quanto pedra’ de Michelle Moura e ‘BOCA ABISSAL’ de Rafaela Sahyoun, apresentadas pelo Balé da Cidade de São Paulo.

Programação

tão carne quanto pedra, de Michelle Moura

Michelle Moura, concepção e coreografia

Clarissa Rêgo, assistente de coreografia

Maikon K, pesquisa dramatúrgica

Kaj Duncan David e Rodrigo Lemos, trilha sonora

Kabé Pinheiro, percussão

Rafael Cesario, violoncelo

Reptilia por Heloisa Strobel, figurino

Thales Cristóvão, produção e confecção de adereço de figurino

Aline Santini, desenho de luz

Camila Schmidt, cenografia

Stephanie Fretin, assistente de cenografia

Luiz Parisi, visagismo

Elenco: Alyne Mach, Ana Beatriz Nunes, Ariany Dâmaso, Carolina Martinelli, Cleia Santos, Erika Ishimaru, Fabio Pinheiro, Grécia Catarina, Leonardo Hoehne Polato, Leonardo Silveira, Luiz Crepaldi, Renée Weinstrof e Uátila Coutinho

 

BOCA ABISSAL, de Rafaela Sahyoun

Rafaela Sahyoun, concepção e coreografia

Inês Galrão, assistente de criação e coreografia

Daniela Moraes e Gustavo Cabral, assistentes de coreografia

Judita Tripar, estágio em pesquisa continuada e composição coreográfica

Yantó, trilha sonora, produção musical, mixagem, programações, vozes e sintetizadores

Frederico Pacheco, gravação, mixagem e masterização

Leandro Vieira, percussões acústicas, cuíca e onça

Bruna Lucchesi e Rodrigo Mancusi, coro

Karina Mondini – Tela Studio SP, figurino

Aline Santini, desenho de luz

Camila Schmidt, cenografia

Stephanie Fretin, assistente de cenografia

Luiz Parisi, visagismo

Elenco: Bruno Rodrigues, Camila Ribeiro, Fabiana Ikehara, Gutielle Ribeiro, Harry Gavlar, Isabela Maylart, Jéssica Fadul, Leonardo Muniz, Luiz Oliveira, Marcel Anselmé, Marcio Filho, Marina Giunti, Marisa Bucoff, Odu Ofá, Rebeca Ferreira, Safira Sacramento, Silvia Sousa e Victor Hugo VillaNova.

Sobre BOCA ABISSAL
BOCA ABISSAL se ancora no desejo de produzir energia em tempos de exaustão – convocando uma dança em massa, de onde fazemos brotar intensidades regenerativas como estratégia insistente de descolapso. Um chamado que emerge no pós-pranto.
Ao deslocar o foco da forma para a variação, da narrativa para a ressonância, a obra propõe o afeto como política do sensível. Ela não impõe compreensão nem identificação. Ela convida à percepção do corpo – percebido em si.
Os afetos não são romantizados: emergem continuamente, viscerais e imediatos, antes mesmo de serem nomeados ou representados. É no campo da afetabilidade que a ressonância se torna central: a percepção do corpo sendo atravessado por espectros de força, reorganizando-se a partir do que o toca, tenciona, desloca.
A obra coreográfica parte da premissa de pulso como força organizadora, sistema de relação e agente coreográfico. Instaurando um campo onde a dança vai se compondo no entre espaço vibrátil onde os afetos ressoam, em estado de propagação.
Dezoito bailarines – que não saem de cena, orbitam entre si em aproximação e distanciamento, interferências, agenciamentos – e, sim, consentimentos. As trajetórias espaciais revelam uma zona dialógica, compondo um campo de variação expandida. Na sua tessitura, os deslocamentos são atravessados por transformações de estados corporais e relacionais em que o que parece estável não está garantido.
Mais do que um princípio compositivo, a ressonância é propulsora de um modo de experiência cinestésica partilhada. O corpo não se encerra em si: reverbera a dinâmica coletiva, desarticula os automatismos, atualiza as presenças. Os corpos se deslocam do íntimo ao vasto, das vísceras às superfícies.
Considerando o corpo como um agente dinâmico entre forças internas e externas, sua relação com a gravidade se dá como uma condição primordial e inevitável, mobilizando respostas corporais contínuas por meio de adaptações e redistribuições de tensões.
Diante dessa condição, o pulso, que se desdobra nesta obra como uma prática corporalmente imersiva, é também biológico, inscrito no sistema fascial anatômico – nossos tecidos conjuntivos –, bem como na tessitura social: a fáscia coletiva.
Enquanto material dançado, o pulso convoca à absorção dos impactos da anatomia de cada um em sua experiência de mundo, ao mesmo tempo em que propõe um exercício de atualização como gesto de abertura para outros modos de reverberar no ambiente, com e por ele, inseparavelmente.
A boca, zona de passagem, não é apenas orifício funcional: é buraco primitivo, primeiro tambor do corpo, teto côncavo de um cosmos interno, onde o ar vibra antes da palavra. Vórtice-vastidão. Abissal, aqui, não é queda sem fim: ao tocar o fundo, o campo pulsa, se acumula e irrompe em um resgate selvagem, humano, animal e visceral. Talvez o que se passa aqui não se explique. Se atravessa.

– Rafaela Sahyoun

Sobre Rafaela Sahyoun
Artista da dança e das matérias do corpo, a paulistana Rafaela Sahyoun se aprofunda no fazer coreográfico, na educação e na pesquisa continuada, atuando como bailarina colaboradora em contextos nacionais e internacionais. Formada pela SEAD – Salzburg Experimental Academy of Dance (Áustria, 2013) e pelo Trinity Laban Centre for Movement and Dance (Reino Unido, 2009), desenvolveu práticas pedagógicas com impacto internacional na formação de novos artistas. Rafaela colabora com instituições como a PERA School of Performing Arts (Chipre do Norte), EBB Elephant in the Black Box (França e Espanha) e o Programa de Pós-Graduação Corpo: Dança, Teatro e Performance do Célia Helena Centro de Artes e Educação (Brasil). Ela também foi curadora artísticopedagógica do Festival DansPunt (2025).

 

Antes da Cena
Participe do projeto Antes da Cena, com apresentação de Paula Petreca, que abordará o tema “Por que falar de coreógrafas?
Diante de um programa assinado por duas coreógrafas, aproveitamos para refletir sobre a presença e também as ausências de autorias femininas no campo da dança.

Sobre Paula Petreca:
É artista da dança, mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP e doutoranda em Artes da Cena pela Unicamp.

Como participar:
Acontece sempre uma hora antes de cada sessão, com entrada mediante a apresentação do ingresso deste espetáculo.

Sinopse

Sobre tão carne quanto pedra
Meu ponto de partida para a criação de tão carne quanto pedra foi o andar na meia ponta dos pés. Algo talvez ordinário para bailarinos com treino em balé clássico, mas que se atualiza como um desafio quando se prolonga o tempo dos calcanhares fora do chão. Apostei que a meia ponta poderia ser uma intensificação músculo-esquelética que aciona novos arranjos, organizações, sensações e imaginações; uma perturbação no corpo, fazendo-nos sentir que alguma coisa está errada, fora do lugar. Há algo de estranho e sensual que se manifesta nos corpos dos bailarinos, como a sensualidade de uma cascavel. Os calcanhares fora do chão servem aqui como motor de emergências de dança e coreografia, e não como um dispositivo performático para levar os corpos a um limite. Em tão carne quanto pedra, estar na meia ponta evoca associações com um mundo em chamas que produz organismos inflamados, levantes, erupções; corpos em constante sobressalto, incapazes de “aterrar”, a um passo de convulsionar, ansiosos; náufragos da terra em apneia vertical. O título da peça evoca a noção de que nossos ossos e sangue são uma combinação dos mesmos minerais encontrados nas águas, no solo, nas plantas e nas calçadas em que pisamos todos os dias. Somos um amálgama de substâncias, ritmos e ciclos do planeta. Pode parecer cruel, mas somos tão necessários e sem importância quanto a formiga, a flor, o pássaro pousando na janela.
Esta é minha primeira criação para um grupo de 13 bailarinos e me sinto feliz e honrada por trabalhar com um elenco tão talentoso. No dia a dia, com labor e paciência, esculpimos corpos que são tão belos quanto grotescos e criamos uma performatividade que passa tanto pelo horror quanto pelo sublime, assim como o mundo em que vivemos.

– Michelle Moura

Sobre Michelle Moura
Bailarina e coreógrafa brasileira radicada em Berlim, Michelle Moura em seus trabalhos dos últimos 12 anos tem explorado mudanças psicofísicas propondo experiências particulares para o corpo, como: não piscar (BLINK), falar sem mover a boca (Overtongue), hiperventilar (FOLE). Em Overtongue (2021) e Lessons for Cadavers (2023), ela se debruçou sobre a artificialidade e a dissociação de elementos, manipulando movimento, expressão, som e linguagem. Seu trabalho foi apresentado em espaços e festivais de dança como Tanz im August (Alemanha), Sophiensaele (Alemanha), Bienal de Veneza (Itália), Panorama (Brasil), entre outros.
Michelle Moura começou sua formação em dança na Universidade Estadual do Paraná (Unespar), continuou no CNDC d’Angers (França) e Das Choreography (Holanda). Juntamente com sete artistas curitibanos, foi cofundadora e membro da Minicomunidade Artística Mundial Couve-Flor (2005-2012). Seu solo Overtongue foi uma das 13 produções convidadas para o Tanzplattform Deutschland 2022.

Descrição do Evento

Explore a intensidade e a beleza da dança contemporânea com as obras ‘tão carne quanto pedra’ de Michelle Moura e ‘BOCA ABISSAL’ de Rafaela Sahyoun, apresentadas pelo Balé da Cidade de São Paulo.

Informações

Sobre tão carne quanto pedra
Meu ponto de partida para a criação de tão carne quanto pedra foi o andar na meia ponta dos pés. Algo talvez ordinário para bailarinos com treino em balé clássico, mas que se atualiza como um desafio quando se prolonga o tempo dos calcanhares fora do chão. Apostei que a meia ponta poderia ser uma intensificação músculo-esquelética que aciona novos arranjos, organizações, sensações e imaginações; uma perturbação no corpo, fazendo-nos sentir que alguma coisa está errada, fora do lugar. Há algo de estranho e sensual que se manifesta nos corpos dos bailarinos, como a sensualidade de uma cascavel. Os calcanhares fora do chão servem aqui como motor de emergências de dança e coreografia, e não como um dispositivo performático para levar os corpos a um limite. Em tão carne quanto pedra, estar na meia ponta evoca associações com um mundo em chamas que produz organismos inflamados, levantes, erupções; corpos em constante sobressalto, incapazes de “aterrar”, a um passo de convulsionar, ansiosos; náufragos da terra em apneia vertical. O título da peça evoca a noção de que nossos ossos e sangue são uma combinação dos mesmos minerais encontrados nas águas, no solo, nas plantas e nas calçadas em que pisamos todos os dias. Somos um amálgama de substâncias, ritmos e ciclos do planeta. Pode parecer cruel, mas somos tão necessários e sem importância quanto a formiga, a flor, o pássaro pousando na janela.
Esta é minha primeira criação para um grupo de 13 bailarinos e me sinto feliz e honrada por trabalhar com um elenco tão talentoso. No dia a dia, com labor e paciência, esculpimos corpos que são tão belos quanto grotescos e criamos uma performatividade que passa tanto pelo horror quanto pelo sublime, assim como o mundo em que vivemos.

– Michelle Moura

Sobre Michelle Moura
Bailarina e coreógrafa brasileira radicada em Berlim, Michelle Moura em seus trabalhos dos últimos 12 anos tem explorado mudanças psicofísicas propondo experiências particulares para o corpo, como: não piscar (BLINK), falar sem mover a boca (Overtongue), hiperventilar (FOLE). Em Overtongue (2021) e Lessons for Cadavers (2023), ela se debruçou sobre a artificialidade e a dissociação de elementos, manipulando movimento, expressão, som e linguagem. Seu trabalho foi apresentado em espaços e festivais de dança como Tanz im August (Alemanha), Sophiensaele (Alemanha), Bienal de Veneza (Itália), Panorama (Brasil), entre outros.
Michelle Moura começou sua formação em dança na Universidade Estadual do Paraná (Unespar), continuou no CNDC d’Angers (França) e Das Choreography (Holanda). Juntamente com sete artistas curitibanos, foi cofundadora e membro da Minicomunidade Artística Mundial Couve-Flor (2005-2012). Seu solo Overtongue foi uma das 13 produções convidadas para o Tanzplattform Deutschland 2022.

Programação

tão carne quanto pedra, de Michelle Moura

Michelle Moura, concepção e coreografia

Clarissa Rêgo, assistente de coreografia

Maikon K, pesquisa dramatúrgica

Kaj Duncan David e Rodrigo Lemos, trilha sonora

Kabé Pinheiro, percussão

Rafael Cesario, violoncelo

Reptilia por Heloisa Strobel, figurino

Thales Cristóvão, produção e confecção de adereço de figurino

Aline Santini, desenho de luz

Camila Schmidt, cenografia

Stephanie Fretin, assistente de cenografia

Luiz Parisi, visagismo

Elenco: Alyne Mach, Ana Beatriz Nunes, Ariany Dâmaso, Carolina Martinelli, Cleia Santos, Erika Ishimaru, Fabio Pinheiro, Grécia Catarina, Leonardo Hoehne Polato, Leonardo Silveira, Luiz Crepaldi, Renée Weinstrof e Uátila Coutinho

 

BOCA ABISSAL, de Rafaela Sahyoun

Rafaela Sahyoun, concepção e coreografia

Inês Galrão, assistente de criação e coreografia

Daniela Moraes e Gustavo Cabral, assistentes de coreografia

Judita Tripar, estágio em pesquisa continuada e composição coreográfica

Yantó, trilha sonora, produção musical, mixagem, programações, vozes e sintetizadores

Frederico Pacheco, gravação, mixagem e masterização

Leandro Vieira, percussões acústicas, cuíca e onça

Bruna Lucchesi e Rodrigo Mancusi, coro

Karina Mondini – Tela Studio SP, figurino

Aline Santini, desenho de luz

Camila Schmidt, cenografia

Stephanie Fretin, assistente de cenografia

Luiz Parisi, visagismo

Elenco: Bruno Rodrigues, Camila Ribeiro, Fabiana Ikehara, Gutielle Ribeiro, Harry Gavlar, Isabela Maylart, Jéssica Fadul, Leonardo Muniz, Luiz Oliveira, Marcel Anselmé, Marcio Filho, Marina Giunti, Marisa Bucoff, Odu Ofá, Rebeca Ferreira, Safira Sacramento, Silvia Sousa e Victor Hugo VillaNova.

Sobre BOCA ABISSAL
BOCA ABISSAL se ancora no desejo de produzir energia em tempos de exaustão – convocando uma dança em massa, de onde fazemos brotar intensidades regenerativas como estratégia insistente de descolapso. Um chamado que emerge no pós-pranto.
Ao deslocar o foco da forma para a variação, da narrativa para a ressonância, a obra propõe o afeto como política do sensível. Ela não impõe compreensão nem identificação. Ela convida à percepção do corpo – percebido em si.
Os afetos não são romantizados: emergem continuamente, viscerais e imediatos, antes mesmo de serem nomeados ou representados. É no campo da afetabilidade que a ressonância se torna central: a percepção do corpo sendo atravessado por espectros de força, reorganizando-se a partir do que o toca, tenciona, desloca.
A obra coreográfica parte da premissa de pulso como força organizadora, sistema de relação e agente coreográfico. Instaurando um campo onde a dança vai se compondo no entre espaço vibrátil onde os afetos ressoam, em estado de propagação.
Dezoito bailarines – que não saem de cena, orbitam entre si em aproximação e distanciamento, interferências, agenciamentos – e, sim, consentimentos. As trajetórias espaciais revelam uma zona dialógica, compondo um campo de variação expandida. Na sua tessitura, os deslocamentos são atravessados por transformações de estados corporais e relacionais em que o que parece estável não está garantido.
Mais do que um princípio compositivo, a ressonância é propulsora de um modo de experiência cinestésica partilhada. O corpo não se encerra em si: reverbera a dinâmica coletiva, desarticula os automatismos, atualiza as presenças. Os corpos se deslocam do íntimo ao vasto, das vísceras às superfícies.
Considerando o corpo como um agente dinâmico entre forças internas e externas, sua relação com a gravidade se dá como uma condição primordial e inevitável, mobilizando respostas corporais contínuas por meio de adaptações e redistribuições de tensões.
Diante dessa condição, o pulso, que se desdobra nesta obra como uma prática corporalmente imersiva, é também biológico, inscrito no sistema fascial anatômico – nossos tecidos conjuntivos –, bem como na tessitura social: a fáscia coletiva.
Enquanto material dançado, o pulso convoca à absorção dos impactos da anatomia de cada um em sua experiência de mundo, ao mesmo tempo em que propõe um exercício de atualização como gesto de abertura para outros modos de reverberar no ambiente, com e por ele, inseparavelmente.
A boca, zona de passagem, não é apenas orifício funcional: é buraco primitivo, primeiro tambor do corpo, teto côncavo de um cosmos interno, onde o ar vibra antes da palavra. Vórtice-vastidão. Abissal, aqui, não é queda sem fim: ao tocar o fundo, o campo pulsa, se acumula e irrompe em um resgate selvagem, humano, animal e visceral. Talvez o que se passa aqui não se explique. Se atravessa.

– Rafaela Sahyoun

Sobre Rafaela Sahyoun
Artista da dança e das matérias do corpo, a paulistana Rafaela Sahyoun se aprofunda no fazer coreográfico, na educação e na pesquisa continuada, atuando como bailarina colaboradora em contextos nacionais e internacionais. Formada pela SEAD – Salzburg Experimental Academy of Dance (Áustria, 2013) e pelo Trinity Laban Centre for Movement and Dance (Reino Unido, 2009), desenvolveu práticas pedagógicas com impacto internacional na formação de novos artistas. Rafaela colabora com instituições como a PERA School of Performing Arts (Chipre do Norte), EBB Elephant in the Black Box (França e Espanha) e o Programa de Pós-Graduação Corpo: Dança, Teatro e Performance do Célia Helena Centro de Artes e Educação (Brasil). Ela também foi curadora artísticopedagógica do Festival DansPunt (2025).

 

Antes da Cena
Participe do projeto Antes da Cena, com apresentação de Paula Petreca, que abordará o tema “Por que falar de coreógrafas?
Diante de um programa assinado por duas coreógrafas, aproveitamos para refletir sobre a presença e também as ausências de autorias femininas no campo da dança.

Sobre Paula Petreca:
É artista da dança, mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP e doutoranda em Artes da Cena pela Unicamp.

Como participar:
Acontece sempre uma hora antes de cada sessão, com entrada mediante a apresentação do ingresso deste espetáculo.

Detalhes

Recursos de Acessibilidade: Audiodescrição, Acesso para cadeirantes, Banheiro acessível

Como Chegar

Datas Disponíveis

23 de maio de 2025
20:00
24 de maio de 2025
17:00
25 de maio de 2025
17:00
28 de maio de 2025
20:00
31 de maio de 2025
17:00
01 de junho de 2025
17:00

Galeria de Imagens sobre o Evento

Próximos Eventos

Confira a programação completa e garanta seu lugar nos próximos espetáculos.

Coro Lírico Municipal em Piracicaba

29/08/2025

Municipal Circula – Orquestra Sinfônica Municipal no CEU Perus

30/08/2025

Balé da Cidade na 7ª Edição da Semana Paulista de Dança

31/08/2025

Concerto Texturas Brasileiras

04/09/2025

Coro Lírico Municipal na Matinais da Sala São Paulo

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Camerata – Reflexos de Fidelio

12/09/2025

Coral Paulistano – Requiem de Fauré no Theatro São Pedro

17/09/2025

Schubertiades

18/09/2025

Avisos TMSP