Réquiem SP é uma peça coreográfica em dois atos contínuos, intercalados por um interlúdio, com música de György Ligeti e Venetian Snares, executada pelo Balé da Cidade de São Paulo, Coral Paulistano e Orquestra Sinfônica Municipal.
Primeiro Ato:
GYÖRGY LIGETI
Requiem (30’)
Editor original: Henry Litolff’s Verlag GmbH & Co. KG (W.M.G.)
Representante exclusivo Barry Editorial
Interlúdio:
Síncope para Motor e Água: Tálamo K (20′)
Segundo Ato:
VENETIAN SNARES
Hajnal (8’)
Kétsarkú Mozgalom (9’)
Alejandro Ahmed, criação, direção e coreografia
Maíra Ferreira, direção musical e regência
João Peralta, diretor de fotografia, edição e criação de vídeo e interlocução musical
Karin Serafin, figurino
Diego de los Campos, cenografia, objetos e controles físicos digitais
Mirella Brandi, desenho de luz
Réquiem SP é uma peça coreográfica em dois atos contínuos, intercalados por um interlúdio. Uma coreografia para o Requiem de György Ligeti com a Orquestra Sinfônica Municipal e o Coral Paulistano.
No interlúdio, acompanhamos a saída da orquestra e do coral, enquanto a música é construída a partir do controle, da microfonação, da timbragem digital de gotas de água e de todo o ambiente capturado sonoramente no palco.
O segundo ato se desenvolve sobre duas composições do álbum Rossz Csillag Alatt Született, do canadense Venetian Snares (Aaron Funk): Hajnal (Amanhecer) e Kétsarkú Mozgalom (Movimento Bipolar).
Executada por 17 bailarinos(as), 16 do elenco do Balé da Cidade de São Paulo (BCSP) e 1 bailarina convidada – Bill Valkyrie, com habilidades técnicas de movimento estendidas da tecnologia do krump –, a obra propõe dançar a irreversibilidade da vida, atravessada por memórias do que não está mais em nós ou conosco. Dançar ficções de nossas perdas, estabelecer em movimento nossos rituais de luto e renascimento.
A coreografia emerge como um acontecimento imagético-comportamental, incorporando um arranjo ecossistêmico de construção cênica, no qual as extensões de luz, som, objetos e imagens são órteses e próteses interdependentes da dança. A tecnologia do movimento atua como padrão de conexão entre todos os corpos envolvidos, humanos ou não.
Sobre Alejandro Ahmed
Uruguaio radicado no Brasil, Alejandro Ahmed é diretor artístico do Balé da Cidade de São Paulo desde julho de 2023. Reconhecido como um dos principais coreógrafos da dança contemporânea no Brasil, desenvolve uma abordagem que explora as interações entre corpos, ambientes e tecnologias, ampliando seus limites e possibilidades de transformação. Além de seu trabalho no BCSP, é coreógrafo residente, diretor artístico e bailarino do Grupo Cena 11 Cia. de Dança, sediado em Florianópolis. Suas criações foram reconhecidas com três prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), além de distinções como o Funarte Petrobras de Fomento à Dança, Bravo! Prime de Cultura e Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia. Em 2022, como coreógrafo convidado do BCSP, criou Sixty Eight em Axys Atlas, obra que integra o repertório atual da companhia. Também participa da curadoria de festivais de dança no Brasil e no exterior.
Réquiem SP é uma peça coreográfica em dois atos contínuos, intercalados por um interlúdio, com música de György Ligeti e Venetian Snares, executada pelo Balé da Cidade de São Paulo, Coral Paulistano e Orquestra Sinfônica Municipal.
Réquiem SP é uma peça coreográfica em dois atos contínuos, intercalados por um interlúdio. Uma coreografia para o Requiem de György Ligeti com a Orquestra Sinfônica Municipal e o Coral Paulistano.
No interlúdio, acompanhamos a saída da orquestra e do coral, enquanto a música é construída a partir do controle, da microfonação, da timbragem digital de gotas de água e de todo o ambiente capturado sonoramente no palco.
O segundo ato se desenvolve sobre duas composições do álbum Rossz Csillag Alatt Született, do canadense Venetian Snares (Aaron Funk): Hajnal (Amanhecer) e Kétsarkú Mozgalom (Movimento Bipolar).
Executada por 17 bailarinos(as), 16 do elenco do Balé da Cidade de São Paulo (BCSP) e 1 bailarina convidada – Bill Valkyrie, com habilidades técnicas de movimento estendidas da tecnologia do krump –, a obra propõe dançar a irreversibilidade da vida, atravessada por memórias do que não está mais em nós ou conosco. Dançar ficções de nossas perdas, estabelecer em movimento nossos rituais de luto e renascimento.
A coreografia emerge como um acontecimento imagético-comportamental, incorporando um arranjo ecossistêmico de construção cênica, no qual as extensões de luz, som, objetos e imagens são órteses e próteses interdependentes da dança. A tecnologia do movimento atua como padrão de conexão entre todos os corpos envolvidos, humanos ou não.
Sobre Alejandro Ahmed
Uruguaio radicado no Brasil, Alejandro Ahmed é diretor artístico do Balé da Cidade de São Paulo desde julho de 2023. Reconhecido como um dos principais coreógrafos da dança contemporânea no Brasil, desenvolve uma abordagem que explora as interações entre corpos, ambientes e tecnologias, ampliando seus limites e possibilidades de transformação. Além de seu trabalho no BCSP, é coreógrafo residente, diretor artístico e bailarino do Grupo Cena 11 Cia. de Dança, sediado em Florianópolis. Suas criações foram reconhecidas com três prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), além de distinções como o Funarte Petrobras de Fomento à Dança, Bravo! Prime de Cultura e Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia. Em 2022, como coreógrafo convidado do BCSP, criou Sixty Eight em Axys Atlas, obra que integra o repertório atual da companhia. Também participa da curadoria de festivais de dança no Brasil e no exterior.
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s/nº Sé – São Paulo, SP
11 3367 7200
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