Uma noite de música clássica que combina o melhor da tradição ocidental e oriental, com obras de Beethoven, Tchaikovsky e Gubaidulina, sob a regência de Roberto Minczuk.
MISATO MOCHIZUKI
Nirai [8’]
LUDWIG VAN BEETHOVEN
O Concerto para Piano nº 4 em Sol maior, Op. 58 [32’]
Intervalo [20’]
PIOTR ILITCH TCHAIKOVSKY
Francesca da Rimini, fantasia sinfônica segundo Dante Op. 32 [24’]
SOFIA GUBAIDULINA
Der Zorn Gottes (A Ira de Deus) [18’]
Roberto Minczuk, regência
Sylvia Thereza, piano
Combinando a música ocidental com as tradições orientais, a compositora japonesa Misato Mochizuki possui um catálogo com cerca de 70 obras, entre as quais estão 17 composições sinfônicas. Uma delas é Nirai, de 2012, escrita originalmente como um intermezzo para as sinfonias nº 2 e nº 6 de Beethoven. Nesta apresentação, regida pelo maestro titular Roberto Minczuk, Nirai serve como uma espécie de abertura para o Concerto para Piano nº 4 de Beethoven. A obra, finalizada em 1806, se liberta de uma vez por todas das convenções do século XVIII e inaugura a estética romântica.
A segunda parte do programa é dedicada a autores russos. Escrita em Moscou em 1876, Francesca da Rimini, de Tchaikovsky, é uma fantasia orquestral baseada no canto V do Inferno da Divina Comédia de Dante. Segue-se a esta obra Der Zorn Gottes (A Ira de Deus), de uma das mais importantes compositoras da música contemporânea, Sofia Gubaidulina, falecida em março de 2025. E aqui, voltamos a Beethoven: a peça é dedicada ao “grande Beethoven” e abre com poderosas sonoridades extraídas das cordas e dos sopros, evocando um Deus irado. Der Zorn Gottes é um arranjo para orquestra que Gubaidulina fez em 2019 do sétimo movimento de seu oratório Über Liebe und Hass (Sobre Amor e Ódio).
Uma noite de música clássica que combina o melhor da tradição ocidental e oriental, com obras de Beethoven, Tchaikovsky e Gubaidulina, sob a regência de Roberto Minczuk.
Combinando a música ocidental com as tradições orientais, a compositora japonesa Misato Mochizuki possui um catálogo com cerca de 70 obras, entre as quais estão 17 composições sinfônicas. Uma delas é Nirai, de 2012, escrita originalmente como um intermezzo para as sinfonias nº 2 e nº 6 de Beethoven. Nesta apresentação, regida pelo maestro titular Roberto Minczuk, Nirai serve como uma espécie de abertura para o Concerto para Piano nº 4 de Beethoven. A obra, finalizada em 1806, se liberta de uma vez por todas das convenções do século XVIII e inaugura a estética romântica.
A segunda parte do programa é dedicada a autores russos. Escrita em Moscou em 1876, Francesca da Rimini, de Tchaikovsky, é uma fantasia orquestral baseada no canto V do Inferno da Divina Comédia de Dante. Segue-se a esta obra Der Zorn Gottes (A Ira de Deus), de uma das mais importantes compositoras da música contemporânea, Sofia Gubaidulina, falecida em março de 2025. E aqui, voltamos a Beethoven: a peça é dedicada ao “grande Beethoven” e abre com poderosas sonoridades extraídas das cordas e dos sopros, evocando um Deus irado. Der Zorn Gottes é um arranjo para orquestra que Gubaidulina fez em 2019 do sétimo movimento de seu oratório Über Liebe und Hass (Sobre Amor e Ódio).
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Praça Ramos de Azevedo,
s/nº Sé – São Paulo, SP
11 3367 7200
Segunda à sexta das 10h às 19h
Sábado, domingo e feriado das 10h às 17h
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Horário de Atendimento
7h às 19h
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