Luz e Sombras

Luz e Sombras

Descrição do Evento

Explore os limites da música coral com obras contemporâneas que dialogam com poesia e gestos cênicos, em uma experiência única e multicultural.

Programação

PAULINE OLIVEROS

Sound Patterns [4’]

TANIA LEÓN

El sendero ancho [4’]

AYLTON ESCOBAR

Puñal  [9’]

JAAKKO MÄNTYJÄRVI

Four Shakespeare Songs [13’]

SILVIA BERG

Agua Nocturna [8’]

ERIC WHITACRE

Water Night [5’]

GILBERTO MENDES

O anjo esquerdo da história [4’]

GYÖRGY LIGETI

Éjszaka és Reggel (Noite e Manhã) [4’]

Maíra Ferreira, regência

Isabela Siscari, regência

Informações

O coro como instrumento de invenção e experimentação sonora é o princípio que orienta este programa. Com um panorama multicultural de compositoras e compositores contemporâneos, as obras selecionadas expandem os limites da escritura coral, dialogando com a poesia e o gesto cênico.

Ganhadora do Gaudeamus International Composers Award de 1962, Sound Patterns (1961), obra a cappella da estadunidense Pauline Oliveros (1932-2016), explora fonemas e texturas vocais em uma escrita influenciada pela música eletroacústica. Também a cappella, En el Sendero Ancho, da cubana Tania León (1943), parte de um poema de Iraida Iturralde e amalgama o idioma espanhol com a rítmica da música afro-caribenha, uma marca de seu estilo composional.

Puñal, de Aylton Escobar (1943), obra em três partes sobre texto de Federico García Lorca, destaca-se pela riqueza harmônica e pelo jogo de luz e sombra vocais. O finlandês Jaakko Mäntyjärvi (1963) revisita Shakespeare em Four Shakespeare Songs, evocando a tradição coral inglesa no contexto expressivo contemporâneo.

Duas obras tomam como base o mesmo poema do poeta e ensaísta Octavio Paz, revelando como um único texto pode originar criações musicais profundamente distintas. Agua Nocturna, da brasileira Silvia Berg (1958), utiliza o original em espanhol criando uma atmosfera introspectiva que confere ao silêncio um caráter estrutural. Já Water Night, de Eric Whitacre (1970), baseia-se na tradução inglesa de Muriel Rukeyser, em escrita harmônica etérea e explorando densidades texturais.

Representante da vanguarda brasileira, Gilberto Mendes (1922-2016) compôs O Anjo Esquerdo da História a partir de poema de Haroldo de Campos, como homenagem às vítimas do massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido em 1996. Encerram o programa Éjszaka e Reggel, motetos de György Ligeti (1923-2006) sobre poemas de Sándor Weöres. Ligeti retrata a transição da noite para o dia utilizando efeitos onomatopeicos como o canto do galo, o tique-taque do relógio e o repicar dos sinos.

Descrição do Evento

Explore os limites da música coral com obras contemporâneas que dialogam com poesia e gestos cênicos, em uma experiência única e multicultural.

Informações

O coro como instrumento de invenção e experimentação sonora é o princípio que orienta este programa. Com um panorama multicultural de compositoras e compositores contemporâneos, as obras selecionadas expandem os limites da escritura coral, dialogando com a poesia e o gesto cênico.

Ganhadora do Gaudeamus International Composers Award de 1962, Sound Patterns (1961), obra a cappella da estadunidense Pauline Oliveros (1932-2016), explora fonemas e texturas vocais em uma escrita influenciada pela música eletroacústica. Também a cappella, En el Sendero Ancho, da cubana Tania León (1943), parte de um poema de Iraida Iturralde e amalgama o idioma espanhol com a rítmica da música afro-caribenha, uma marca de seu estilo composional.

Puñal, de Aylton Escobar (1943), obra em três partes sobre texto de Federico García Lorca, destaca-se pela riqueza harmônica e pelo jogo de luz e sombra vocais. O finlandês Jaakko Mäntyjärvi (1963) revisita Shakespeare em Four Shakespeare Songs, evocando a tradição coral inglesa no contexto expressivo contemporâneo.

Duas obras tomam como base o mesmo poema do poeta e ensaísta Octavio Paz, revelando como um único texto pode originar criações musicais profundamente distintas. Agua Nocturna, da brasileira Silvia Berg (1958), utiliza o original em espanhol criando uma atmosfera introspectiva que confere ao silêncio um caráter estrutural. Já Water Night, de Eric Whitacre (1970), baseia-se na tradução inglesa de Muriel Rukeyser, em escrita harmônica etérea e explorando densidades texturais.

Representante da vanguarda brasileira, Gilberto Mendes (1922-2016) compôs O Anjo Esquerdo da História a partir de poema de Haroldo de Campos, como homenagem às vítimas do massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido em 1996. Encerram o programa Éjszaka e Reggel, motetos de György Ligeti (1923-2006) sobre poemas de Sándor Weöres. Ligeti retrata a transição da noite para o dia utilizando efeitos onomatopeicos como o canto do galo, o tique-taque do relógio e o repicar dos sinos.

Programação

PAULINE OLIVEROS

Sound Patterns [4’]

TANIA LEÓN

El sendero ancho [4’]

AYLTON ESCOBAR

Puñal  [9’]

JAAKKO MÄNTYJÄRVI

Four Shakespeare Songs [13’]

SILVIA BERG

Agua Nocturna [8’]

ERIC WHITACRE

Water Night [5’]

GILBERTO MENDES

O anjo esquerdo da história [4’]

GYÖRGY LIGETI

Éjszaka és Reggel (Noite e Manhã) [4’]

Maíra Ferreira, regência

Isabela Siscari, regência

Detalhes

Recursos de Acessibilidade: Acesso para cadeirantes, Banheiro acessível

Como Chegar

Datas Disponíveis

02 de julho de 2026
20:00
Sem datas adicionais

Galeria de Imagens sobre o Evento

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