O double bill presente na Temporada 2026 do Theatro Municipal de São Paulo traz dois compositores da música moderna cujas trajetórias se cruzam: a curitibana Jocy de Oliveira e o russo Igor Stravinsky. Em comemoração aos 90 anos que a artista celebra em 2026, o Theatro encomenda a Jocy uma nova ópera. Com sua extensa produção como compositora, escritora, pianista e artista multimídia, foi pioneira da música eletroacústica no Brasil, compôs 11 óperas (incluindo Fata Morgana, a primeira composta por uma mulher a ser encenada no Theatro Municipal de São Paulo), conquistou um Prêmio Jabuti e manteve diálogo criativo com relevantes compositores, como o próprio Stravinsky, Claudio Santoro, John Cage, Stockhausen e Eleazar de Carvalho. Atualmente, Jocy ocupa uma das cadeiras da Academia Brasileira de Música.
Quem assina a direção cênica da nova montagem de Jocy de Oliveira é Ana Vanessa, graduada em artes cênicas – direção teatral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em 2011, começou a dirigir versões reduzidas das óperas Faust, La Bohème, Il Tabarro e Gianni Schicchi no Theatro Municipal de Niterói e no Centro Cultural da Justiça Federal. A partir daí, atuou em diversos títulos como assistente de direção cênica e diretora de palco nas principais casas de ópera do país, no Festival Amazonas de Ópera e Festival de Ópera de Ouro Preto. No Theatro Municipal de São Paulo, foi assistente de direção em títulos como Falstaff, Carmen, Salomé, Cavalleria Rusticana/I Pagliacci, Tosca, Otello, Eugene Onegin, Thaïs e Il Guarany. Como diretora de palco, fez títulos como Ariadne auf Naxos, Fidelio, Cendrillon, Isolda/Tristão e A Flauta Mágica. Dirigiu, em 2019, Madama Butterfly nos teatros municipais de Botucatu e de Lençóis Paulista. Ainda como diretora, em 2024 fez seu debut no Theatro Municipal do Rio de Janeiro com a ópera La Serva Padrona no Festival Oficina e no Theatro São Pedro de São Paulo com o Ateliê de Composição Lírica, ganhador do Prêmio Inovação da revista Concerto.
Ao lado da nova obra de Jocy, será apresentada a ópera-oratório Édipo Rei, de Igor Stravinsky, estreada em 1927 em Paris. Essa ópera faz parte do chamado período neoclássico do compositor russo e nasce de sua parceria com um dos maiores do teatro francês do século XX, Jean Cocteau, importante nome do surrealismo e teatro do absurdo.
A obra, que serve como base para o libreto, é a primeira tragédia da trilogia de Sófocles – que segue com Antígona e Édipo em Colono – e tem como figura central Édipo, marcado por uma terrível profecia: tirar a vida do próprio pai e unir-se em matrimônio à própria mãe.
Georgette Fadel assina a direção cênica desta montagem. Ela é atriz, diretora e professora formada pela Escola de Arte Dramática (EAD-USP) e pelo Departamento de Artes Cênicas da ECA-USP. Foi professora da Escola Livre de Teatro e realizou trabalhos na Escola de Artes Dramáticas, da Faculdade Célia Helena. Destacada por sua versatilidade, brilhou tanto como intérprete quanto como encenadora no teatro contemporâneo. Entre seus espetáculos mais emblemáticos estão Gota D’Água e Rainhas – Duas Atrizes em Busca de um Coração. É uma das fundadoras da Companhia São Jorge de Variedades, criada em 1998, e participou do Grupo Bartolomeu de Depoimentos, em que atua como colaboradora até hoje. Sua trajetória é marcada pelo engajamento político, pela pesquisa de linguagem e por uma atuação intensa, que transita entre o drama, a farsa e a performance.
Coro Lírico Municipal
Roberto Minczuk, direção musical
Hernán Sánchez Arteaga, regência do Coro Lírico Municipal
Ana Vanessa, direção cênica da Nova ópera de Jocy de Oliveira
Georgette Fadel, direção cênica de Édipo Rei
A ser anunciado, cenografia
A ser anunciado, design de luz
A ser anunciado, figurino
A ser anunciado, visagismo
Nova ópera de Jocy de Oliveira
Ópera de Jocy de Oliveira (estreia mundial)
Papéis a definir
Oedipus Rex (Édipo Rei)
Ópera de Igor Stravinsky com libreto de Jean Cocteau
Giovanni Tristacci, Édipo
A ser anunciado, Jocasta
A ser anunciado, Creonte
A ser anunciado, Tirésias
A ser anunciado, Pastor
A ser anunciado, Mensageiro
O double bill presente na Temporada 2026 do Theatro Municipal de São Paulo traz dois compositores da música moderna cujas trajetórias se cruzam: a curitibana Jocy de Oliveira e o russo Igor Stravinsky. Em comemoração aos 90 anos que a artista celebra em 2026, o Theatro encomenda a Jocy uma nova ópera. Com sua extensa produção como compositora, escritora, pianista e artista multimídia, foi pioneira da música eletroacústica no Brasil, compôs 11 óperas (incluindo Fata Morgana, a primeira composta por uma mulher a ser encenada no Theatro Municipal de São Paulo), conquistou um Prêmio Jabuti e manteve diálogo criativo com relevantes compositores, como o próprio Stravinsky, Claudio Santoro, John Cage, Stockhausen e Eleazar de Carvalho. Atualmente, Jocy ocupa uma das cadeiras da Academia Brasileira de Música.
Quem assina a direção cênica da nova montagem de Jocy de Oliveira é Ana Vanessa, graduada em artes cênicas – direção teatral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em 2011, começou a dirigir versões reduzidas das óperas Faust, La Bohème, Il Tabarro e Gianni Schicchi no Theatro Municipal de Niterói e no Centro Cultural da Justiça Federal. A partir daí, atuou em diversos títulos como assistente de direção cênica e diretora de palco nas principais casas de ópera do país, no Festival Amazonas de Ópera e Festival de Ópera de Ouro Preto. No Theatro Municipal de São Paulo, foi assistente de direção em títulos como Falstaff, Carmen, Salomé, Cavalleria Rusticana/I Pagliacci, Tosca, Otello, Eugene Onegin, Thaïs e Il Guarany. Como diretora de palco, fez títulos como Ariadne auf Naxos, Fidelio, Cendrillon, Isolda/Tristão e A Flauta Mágica. Dirigiu, em 2019, Madama Butterfly nos teatros municipais de Botucatu e de Lençóis Paulista. Ainda como diretora, em 2024 fez seu debut no Theatro Municipal do Rio de Janeiro com a ópera La Serva Padrona no Festival Oficina e no Theatro São Pedro de São Paulo com o Ateliê de Composição Lírica, ganhador do Prêmio Inovação da revista Concerto.
Ao lado da nova obra de Jocy, será apresentada a ópera-oratório Édipo Rei, de Igor Stravinsky, estreada em 1927 em Paris. Essa ópera faz parte do chamado período neoclássico do compositor russo e nasce de sua parceria com um dos maiores do teatro francês do século XX, Jean Cocteau, importante nome do surrealismo e teatro do absurdo.
A obra, que serve como base para o libreto, é a primeira tragédia da trilogia de Sófocles – que segue com Antígona e Édipo em Colono – e tem como figura central Édipo, marcado por uma terrível profecia: tirar a vida do próprio pai e unir-se em matrimônio à própria mãe.
Georgette Fadel assina a direção cênica desta montagem. Ela é atriz, diretora e professora formada pela Escola de Arte Dramática (EAD-USP) e pelo Departamento de Artes Cênicas da ECA-USP. Foi professora da Escola Livre de Teatro e realizou trabalhos na Escola de Artes Dramáticas, da Faculdade Célia Helena. Destacada por sua versatilidade, brilhou tanto como intérprete quanto como encenadora no teatro contemporâneo. Entre seus espetáculos mais emblemáticos estão Gota D’Água e Rainhas – Duas Atrizes em Busca de um Coração. É uma das fundadoras da Companhia São Jorge de Variedades, criada em 1998, e participou do Grupo Bartolomeu de Depoimentos, em que atua como colaboradora até hoje. Sua trajetória é marcada pelo engajamento político, pela pesquisa de linguagem e por uma atuação intensa, que transita entre o drama, a farsa e a performance.
Coro Lírico Municipal
Roberto Minczuk, direção musical
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Nova ópera de Jocy de Oliveira
Ópera de Jocy de Oliveira (estreia mundial)
Papéis a definir
Oedipus Rex (Édipo Rei)
Ópera de Igor Stravinsky com libreto de Jean Cocteau
Giovanni Tristacci, Édipo
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Confira a programação completa e garanta seu lugar nos próximos espetáculos.
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s/nº Sé – São Paulo, SP
11 3367 7200
Segunda à sexta das 10h às 19h
Sábado, domingo e feriado das 10h às 17h
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Horário de Atendimento
7h às 19h
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