A terceira grand opéra e 25ª ópera de Giuseppe Verdi, com libreto de Joseph Méry e Camille du Locle, retorna ao palco do Municipal depois de 21 anos. Estreada em 1867, em Paris, a obra tem composição dramática e sombria, atravessada por profundas questões religiosas, políticas e morais. Verdi destaca a tensa trama amorosa, um triângulo um tanto incestuoso, numa narrativa estruturada em torno de três grandes eixos temáticos: o conflito entre Estado e Igreja, o embate entre pai e filho e o contraste entre duas visões de mundo, simbolizado pela oposição entre o idealismo liberal do Marquês de Posa, defensor da autonomia dos povos, e a figura autoritária de Filipe II, representante do absolutismo monárquico.
Para esta montagem, o Theatro Municipal reúne grandes nomes da cena lírica internacional: o tenor brasileiro Atalla Ayan, que retorna ao palco do Municipal, assume o papel-título de Don Carlo; o baixo Luiz-Ottavio Faria, consagrado por interpretar o Grande Inquisidor, estreia no papel de Filipe II; e a aclamada soprano Ailyn Pérez – ela que já brilhou nos principais palcos e capitais culturais do mundo –, em sua primeira apresentação operística na América Latina, dá voz a uma das protagonistas desta obra monumental.
Caetano Vilela é diretor e iluminador brasileiro, reconhecido por sua atuação em óperas, peças teatrais e espetáculos musicais. Com uma linguagem visual marcada pelo rigor estético e pela construção de atmosferas cênicas intensas, assina montagens e desenhos de luz que potencializam a narrativa e a emoção em cena. Seu trabalho une precisão técnica e sensibilidade artística, tornando-o referência no cenário cultural contemporâneo. Foi selecionado, junto com outros artistas brasileiros, para representar o Brasil na Quadrienal de Praga (Performance Design and Space), exposição mundial de criadores da área teatral que aconteceu em julho de 2015 na Tchecoslováquia. Ao longo de sua trajetória, recebeu o Prêmio Shell de Iluminação (2011) e o Prêmio Carlos Gomes de Música Erudita por suas contribuições à iluminação de óperas.
Don Carlo
Ópera em cinco atos de Giuseppe Verdi com libreto de Méry e Camille du Locle, baseada na peça Don Carlos de Friedrich Schiller.
Coro Lírico Municipal
Roberto Minczuk, direção musical
Hernán Sánchez Arteaga, regência do Coro Lírico Municipal
Caetano Vilela, encenação e iluminação
A ser anunciado, cenografia
A ser anunciado, design de luz
A ser anunciado, figurino
A ser anunciado, visagismo
18, 20, 23, 26
Atalla Ayan, Don Carlo
Ailyn Pérez, Elisabetta di Valois
Luiz-Ottavio Faria, Filippo II
A ser anunciado, Eboli
Rodrigo Esteves, Rodrigo, Marquês de Posa
Soloman Howard, O grande Inquisidor
A ser anunciado, O Frade
A ser anunciado, Tebaldo
19, 22, 25
Matheus Pompeu, Don Carlo
Ludmilla Bauerfeldt, Elizabeth de Valois
A ser anunciado, Filipe II
Juliana Taino, Eboli
Michel de Souza, Marquês de Posa
A ser anunciado, O grande Inquisidor
A ser anunciado, O Frade
A ser anunciado, Tebaldo
todas as datas
A ser anunciado, Conde de Lerma
A ser anunciado, Arauto Real
A ser anunciada, Condessa de Arenberg
A ser anunciada, Voz do Céu
A terceira grand opéra e 25ª ópera de Giuseppe Verdi, com libreto de Joseph Méry e Camille du Locle, retorna ao palco do Municipal depois de 21 anos. Estreada em 1867, em Paris, a obra tem composição dramática e sombria, atravessada por profundas questões religiosas, políticas e morais. Verdi destaca a tensa trama amorosa, um triângulo um tanto incestuoso, numa narrativa estruturada em torno de três grandes eixos temáticos: o conflito entre Estado e Igreja, o embate entre pai e filho e o contraste entre duas visões de mundo, simbolizado pela oposição entre o idealismo liberal do Marquês de Posa, defensor da autonomia dos povos, e a figura autoritária de Filipe II, representante do absolutismo monárquico.
Para esta montagem, o Theatro Municipal reúne grandes nomes da cena lírica internacional: o tenor brasileiro Atalla Ayan, que retorna ao palco do Municipal, assume o papel-título de Don Carlo; o baixo Luiz-Ottavio Faria, consagrado por interpretar o Grande Inquisidor, estreia no papel de Filipe II; e a aclamada soprano Ailyn Pérez – ela que já brilhou nos principais palcos e capitais culturais do mundo –, em sua primeira apresentação operística na América Latina, dá voz a uma das protagonistas desta obra monumental.
Caetano Vilela é diretor e iluminador brasileiro, reconhecido por sua atuação em óperas, peças teatrais e espetáculos musicais. Com uma linguagem visual marcada pelo rigor estético e pela construção de atmosferas cênicas intensas, assina montagens e desenhos de luz que potencializam a narrativa e a emoção em cena. Seu trabalho une precisão técnica e sensibilidade artística, tornando-o referência no cenário cultural contemporâneo. Foi selecionado, junto com outros artistas brasileiros, para representar o Brasil na Quadrienal de Praga (Performance Design and Space), exposição mundial de criadores da área teatral que aconteceu em julho de 2015 na Tchecoslováquia. Ao longo de sua trajetória, recebeu o Prêmio Shell de Iluminação (2011) e o Prêmio Carlos Gomes de Música Erudita por suas contribuições à iluminação de óperas.
Don Carlo
Ópera em cinco atos de Giuseppe Verdi com libreto de Méry e Camille du Locle, baseada na peça Don Carlos de Friedrich Schiller.
Coro Lírico Municipal
Roberto Minczuk, direção musical
Hernán Sánchez Arteaga, regência do Coro Lírico Municipal
Caetano Vilela, encenação e iluminação
A ser anunciado, cenografia
A ser anunciado, design de luz
A ser anunciado, figurino
A ser anunciado, visagismo
18, 20, 23, 26
Atalla Ayan, Don Carlo
Ailyn Pérez, Elisabetta di Valois
Luiz-Ottavio Faria, Filippo II
A ser anunciado, Eboli
Rodrigo Esteves, Rodrigo, Marquês de Posa
Soloman Howard, O grande Inquisidor
A ser anunciado, O Frade
A ser anunciado, Tebaldo
19, 22, 25
Matheus Pompeu, Don Carlo
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A ser anunciado, Arauto Real
A ser anunciada, Condessa de Arenberg
A ser anunciada, Voz do Céu
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s/nº Sé – São Paulo, SP
11 3367 7200
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Sábado, domingo e feriado das 10h às 17h
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Horário de Atendimento
7h às 19h
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