ENCRUZILHADA é uma obra coreográfica sobre encontro e conflito, sobre a celebração como espaço de resistência e a negociação como prática compartilhada.
A obra abraça um conjunto de arquivos de danças que ampliam o nosso entendimento sobre danças contemporâneas: gestos do imaginário coletivo, práticas corporais populares e formas de movimento que, geralmente, não ocupariam contextos institucionais. A coletividade está no centro da peça, não como imagem idealizada, mas como prática instável e necessária.
A coreografia se constrói como um campo de negociação, em que os corpos afirmam,
cedem, confrontam e sustentam. O poder está em constante deslocamento. Violência e
vulnerabilidade coexistem. O equilíbrio não é dado, é construído continuamente. O trabalho assume a contradição: o silêncio se rompe em ritmo, e gestos emergem tanto de arquivos ancestrais quanto de urgências do presente. A trilha sonora é executada ao vivo, em diálogo direto com os(as) bailarinos(as). A música não acompanha o movimento — nasce do mesmo corpo no qual percussão e elementos digitais se entrelaçam, criando uma paisagem sonora crua e pulsante.
A coreografia expõe seu próprio processo de construção. A forma como o grupo se organiza, falha e se recompõe permanece visível. O público é convidado a acompanhar a obra enquanto ela se faz, numa fronteira porosa entre processo e espetáculo.
ENCRUZILHADA não busca perfeição, mas presença. E pergunta: como sustentar o espaço do outro quando tudo nos empurra para o isolamento?
O espetáculo tem patrocínio Nubank.
Clientes Nubank têm 50% de desconto nos espetáculos Encruzilhada, com Balé da Cidade, no Theatro Municipal de São Paulo! Para aproveitar, utilize seu cartão Nubank no momento da compra.
BALÉ DA CIDADE DE SÃO PAULO
Alejandro Ahmed, diretor artístico do Balé da Cidade de São Paulo
Renan Martins, direção, concepção e coreografia
Iolanda Sinatra, dramaturgia e acompanhamento artístico
Helena Araújo, assistente de coreografia
EPX e Alana Ananias, trilha sonora e execução ao vivo
Jo Rios, design de luz
Tom Martins, figurino
Elenco:
Alyne Mach, Ana Beatriz Nunes , Ariany Dâmaso, Bruno Rodrigues, Camila Ribeiro, Carolina Martinelli, Cleber Fantinatti, Cleia Santos, Erika Ishimaru, Fabiana Ikehara, Fabio Pinheiro, Fernanda Bueno, Grecia Catarina, Gutielle Ribeiro, Harry Gavlar, Isabela Maylart, Jessica Fadul, Leonardo Hoehne Polato, Leonardo Muniz, Leonardo Silveira, Luiz Crepaldi, Luiz Oliveira, Manuel Gomes, Marcel Anselmé, Márcio Filho, Marina Giunti, Marisa Bucoff, Odu Ofá, Rebeca Ferreira, Renata Bardazzi, Reneé Weinstrof, Silvia Kamyla, Uátila Coutinho, Victor Hugo Vila Nova, Victoria Oggiam.
Sobre Renan Martins
Coreógrafo e bailarino brasileiro radicado em Barcelona. Iniciou sua carreira artística no Rio de Janeiro e, aos 17 anos, mudou-se para a Europa para estudar dança contemporânea na Salzburg Experimental Academy of Dance (SEAD) e na Performing Arts Research and Training Studios (P.A.R.T.S). Como bailarino, trabalhou com renomados artistas e companhias, como Anne Teresa de Keersmaeker, Peter Savel, Daniel Linehan e Meg Stuart. Seu primeiro trabalho em grupo, Let Me Die in My Footsteps, foi selecionado pelo Aerowaves em 2016. Desde então, tem desenvolvido e apresentado suas próprias criações em teatros e festivais na Europa e no Brasil. Como coreógrafo, colaborou com companhias como Dance Theatre Heidelberg, Unusual Symptoms do Theater Bremen, Danish Dance Theatre e Cullberg. De 2021 a 2024, Renan fez parte do DDE, um projeto de pesquisa sobre diversidade e inclusão, realizado em parceria com P.A.R.T.S., Manufacture e Stockholm University of the Arts (SKH).
ENCRUZILHADA é uma obra coreográfica sobre encontro e conflito, sobre a celebração como espaço de resistência e a negociação como prática compartilhada.
A obra abraça um conjunto de arquivos de danças que ampliam o nosso entendimento sobre danças contemporâneas: gestos do imaginário coletivo, práticas corporais populares e formas de movimento que, geralmente, não ocupariam contextos institucionais. A coletividade está no centro da peça, não como imagem idealizada, mas como prática instável e necessária.
A coreografia se constrói como um campo de negociação, em que os corpos afirmam,
cedem, confrontam e sustentam. O poder está em constante deslocamento. Violência e
vulnerabilidade coexistem. O equilíbrio não é dado, é construído continuamente. O trabalho assume a contradição: o silêncio se rompe em ritmo, e gestos emergem tanto de arquivos ancestrais quanto de urgências do presente. A trilha sonora é executada ao vivo, em diálogo direto com os(as) bailarinos(as). A música não acompanha o movimento — nasce do mesmo corpo no qual percussão e elementos digitais se entrelaçam, criando uma paisagem sonora crua e pulsante.
A coreografia expõe seu próprio processo de construção. A forma como o grupo se organiza, falha e se recompõe permanece visível. O público é convidado a acompanhar a obra enquanto ela se faz, numa fronteira porosa entre processo e espetáculo.
ENCRUZILHADA não busca perfeição, mas presença. E pergunta: como sustentar o espaço do outro quando tudo nos empurra para o isolamento?
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BALÉ DA CIDADE DE SÃO PAULO
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Renan Martins, direção, concepção e coreografia
Iolanda Sinatra, dramaturgia e acompanhamento artístico
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Jo Rios, design de luz
Tom Martins, figurino
Elenco:
Alyne Mach, Ana Beatriz Nunes , Ariany Dâmaso, Bruno Rodrigues, Camila Ribeiro, Carolina Martinelli, Cleber Fantinatti, Cleia Santos, Erika Ishimaru, Fabiana Ikehara, Fabio Pinheiro, Fernanda Bueno, Grecia Catarina, Gutielle Ribeiro, Harry Gavlar, Isabela Maylart, Jessica Fadul, Leonardo Hoehne Polato, Leonardo Muniz, Leonardo Silveira, Luiz Crepaldi, Luiz Oliveira, Manuel Gomes, Marcel Anselmé, Márcio Filho, Marina Giunti, Marisa Bucoff, Odu Ofá, Rebeca Ferreira, Renata Bardazzi, Reneé Weinstrof, Silvia Kamyla, Uátila Coutinho, Victor Hugo Vila Nova, Victoria Oggiam.
Sobre Renan Martins
Coreógrafo e bailarino brasileiro radicado em Barcelona. Iniciou sua carreira artística no Rio de Janeiro e, aos 17 anos, mudou-se para a Europa para estudar dança contemporânea na Salzburg Experimental Academy of Dance (SEAD) e na Performing Arts Research and Training Studios (P.A.R.T.S). Como bailarino, trabalhou com renomados artistas e companhias, como Anne Teresa de Keersmaeker, Peter Savel, Daniel Linehan e Meg Stuart. Seu primeiro trabalho em grupo, Let Me Die in My Footsteps, foi selecionado pelo Aerowaves em 2016. Desde então, tem desenvolvido e apresentado suas próprias criações em teatros e festivais na Europa e no Brasil. Como coreógrafo, colaborou com companhias como Dance Theatre Heidelberg, Unusual Symptoms do Theater Bremen, Danish Dance Theatre e Cullberg. De 2021 a 2024, Renan fez parte do DDE, um projeto de pesquisa sobre diversidade e inclusão, realizado em parceria com P.A.R.T.S., Manufacture e Stockholm University of the Arts (SKH).
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