Ensaios Expandidos se trata de uma parceria entre o TUSP (Teatro da Universidade de São Paulo) e o Balé da Cidade de São Paulo. Com coordenação do diretor artístico do Balé, o coreógrafo Alejandro Ahmed, e do agente cultural do TUSP, Otacílio Alacran, o projeto visa integrar a perspectiva formativa do órgão da Universidade com aspectos dos processos de criação do Balé, seus coreógrafos convidados e artistas integrantes do grupo.
Nesta edição, a conversa revela sobre as próximas criações inéditas do Balé da Cidade de São Paulo, CORO UMBRAL e até que se abra tudo, com coreografia de Andrea Peña e Michelle Moura, com estreia no dia 20 de junho de 2026.
Mesa com
Alejandro Ahmed, diretor artístico BCSP
Michelle Moura, coreógrafa de até que se abra tudo
Rebecca Margolick, assistente de coreografia de CORO UMBRAL
Mediação: Ana Teixeira, assistente de direção BCSP
ANDREA PEÑA nasceu em Bogotá (Colômbia); radicada entre Paris (França) e Montreal (Canadá), é coreógrafa, pensadora cultural e artista cujas concepções ousadas criam novas formas de narrativa por meio da fusão entre coreografia, design e sistemas espaciais construídos.
REBECCA MARGOLICK (assistente de coreografia) já teve seu trabalho apresentado em 12 países, recebendo reconhecimento internacional. Depois de quatorze anos morando em Nova York, recentemente retornou à sua cidade natal, Vancouver (Canadá). Nomeada uma das 25 melhores para assistir pela Dance Magazine, em 2021, tem sido apoiada por meio de bolsas de estudo e residências, como da New Directions Choreography Lab da Ailey, da Banff Centre e da PS21 Chatham. Vem trabalhando em novas obras para o Oregon Ballet Theatre, Universidad Nacional de Costa Rica, Arts Umbrella e NW Dance Project’s MOVE. É freelancer de Jason Martin, da Company 605, e da Andrea Peña & Artists. Formou-se na Universidade de Nova York e na Arts Umbrella.
MICHELLE MOURA é bailarina e coreógrafa brasileira radicada em Berlim (Alemanha). A artista tem explorado, em seus trabalhos dos últimos 12 anos, mudanças psicofísicas propondo experiências particulares para o corpo, como: “não piscar” (BLINK), “falar sem mover a boca” (Overtongue), “hiperventilar” (FOLE). Em “Overtongue” (2021) e “Lessons for Cadavers” (2023), ela se debruçou sobre a artificialidade e a dissociação de elementos, manipulando movimento, expressão, som e linguagem. Em 2025 criou “tão carne quanto pedra” para o Balé da Cidade de São Paulo.
Ensaios Expandidos se trata de uma parceria entre o TUSP (Teatro da Universidade de São Paulo) e o Balé da Cidade de São Paulo. Com coordenação do diretor artístico do Balé, o coreógrafo Alejandro Ahmed, e do agente cultural do TUSP, Otacílio Alacran, o projeto visa integrar a perspectiva formativa do órgão da Universidade com aspectos dos processos de criação do Balé, seus coreógrafos convidados e artistas integrantes do grupo.
Nesta edição, a conversa revela sobre as próximas criações inéditas do Balé da Cidade de São Paulo, CORO UMBRAL e até que se abra tudo, com coreografia de Andrea Peña e Michelle Moura, com estreia no dia 20 de junho de 2026.
ANDREA PEÑA nasceu em Bogotá (Colômbia); radicada entre Paris (França) e Montreal (Canadá), é coreógrafa, pensadora cultural e artista cujas concepções ousadas criam novas formas de narrativa por meio da fusão entre coreografia, design e sistemas espaciais construídos.
REBECCA MARGOLICK (assistente de coreografia) já teve seu trabalho apresentado em 12 países, recebendo reconhecimento internacional. Depois de quatorze anos morando em Nova York, recentemente retornou à sua cidade natal, Vancouver (Canadá). Nomeada uma das 25 melhores para assistir pela Dance Magazine, em 2021, tem sido apoiada por meio de bolsas de estudo e residências, como da New Directions Choreography Lab da Ailey, da Banff Centre e da PS21 Chatham. Vem trabalhando em novas obras para o Oregon Ballet Theatre, Universidad Nacional de Costa Rica, Arts Umbrella e NW Dance Project’s MOVE. É freelancer de Jason Martin, da Company 605, e da Andrea Peña & Artists. Formou-se na Universidade de Nova York e na Arts Umbrella.
MICHELLE MOURA é bailarina e coreógrafa brasileira radicada em Berlim (Alemanha). A artista tem explorado, em seus trabalhos dos últimos 12 anos, mudanças psicofísicas propondo experiências particulares para o corpo, como: “não piscar” (BLINK), “falar sem mover a boca” (Overtongue), “hiperventilar” (FOLE). Em “Overtongue” (2021) e “Lessons for Cadavers” (2023), ela se debruçou sobre a artificialidade e a dissociação de elementos, manipulando movimento, expressão, som e linguagem. Em 2025 criou “tão carne quanto pedra” para o Balé da Cidade de São Paulo.
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Alejandro Ahmed, diretor artístico BCSP
Michelle Moura, coreógrafa de até que se abra tudo
Rebecca Margolick, assistente de coreografia de CORO UMBRAL
Mediação: Ana Teixeira, assistente de direção BCSP
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