ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL DE SÃO PAULO E CORO LÍRICO INTERPRETAM REQUIEM DE GIUSEPPE VERDI

Maestro Enrique Arturo Diemecke é diretor artístico do Teatro Colón

Concertos acontecem nos dias 3 e 4 de maio. Na regência está Enrique Arturo Diemecke, atual diretor artístico do Teatro Colón, em Buenos Aires.   

A Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e o Coro Lírico Municipal trazem ao palco do Theatro Municipal a Missa de Requiem, de Giuseppe Verdi. O concerto acontece nesta sexta-feira, 3, às 20h, e no sábado, 4, às 17h. A apresentação conta também com o Coro Lírico Municipal de São Paulo. Os ingressos variam de R$12 a R$40.

Sob a regência do maestro Enrique Arturo Diemecke, atual diretor artístico do Teatro Colón, os músicos da orquestra e do Coro executam a Missa de Requiem, de Giuseppe Verdi. Nessas apresentações também estarão presentes as solistas Eiko Senda (soprano), Denise de Freitas (mezzo-soprano) e os solistas Marcello Vannucci (tenor) e Sávio Sperandio (baixo).

A obra foi composta em 1874 em homenagem a Alessandro Manzoni, poeta e romancista italiano que Verdi tinha adoração. O compositor ficou abalado com a morte do amigo e optou por não ir em seu funeral. Ainda no mesmo ano, Verdi decidiu homenagear o poeta e estreou a peça no aniversário da morte de Alessandro, em 25 de maio, na igreja de São Marcos, em Milão.

Requiem, Lloyd Webber

No final do mês, nos dias 24, às 20h, e 25, às 17h, os músicos apresentam mais um réquiem, dessa vez, do compositor Lloyd Webber. O artista é um dos mais renomados diretores teatrais do século XX e autor de sucessos como O Fantasma da Ópera Sunset Boulevard, duas produções em cartaz na capital paulista. O concerto conta também com o Coro Lírico Municipal e o Coro Infantojuvenil da Escola de Música do Theatro. Na regência está o maestro Roberto Minczuk. Os ingressos variam de R$12 a R$40 e podem ser adquiridos na bilheteria do Theatro ou pelo site eventim.com.br.

03 Sexta | 20h          

04 Sábado | 17h

REQUIEM DE VERDI

Orquestra Sinfônica Municipal
Coro Lírico
Enrique Arturo Diemecke, regente
Eiko Senda, soprano
Denise de Freitas, mezzo-soprano
Marcello Vannucci, tenor
Sávio Sperandio, baixo

Programa:
Giuseppe Verdi: Missa de Requiem

Local: Sala de Espetáculos |Theatro Municipal de São Paulo
Duração aproximada: 90 minutos
Indicação etária: Livre (sugerido para maiores de 7 anos)
Ingressos: R$ 40 / R$ 30 / R$ 12 pelo site eventim.com.br ou pela bilheteria.
Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e sábados e domingos, das 10h às 17h.

24 Sexta | 20H

25 Sábado | 17H

REQUIEM DE LLOYD WEBBER

Orquestra Sinfônica Municipal
Coro Lírico
Coro Infantojuvenil da Escola Municipal de Música
Roberto Minczuk, regente
Marly Montoni, soprano
Mariana Neves, soprano
Rubens Medina, tenor

Programa:
Maurice Ravel: Pavana para uma princesa morta
Elodie Bouny: Meia Lágrima (estreia)
Heitor Villa-Lobos: Magnificat-Aleluia
Andrew Lloyd Webber: Requiem

Local: Sala de Espetáculos |Theatro Municipal de São Paulo
Duração aproximada: 90 minutos
Indicação etária: Livre (sugerido para maiores de 7 anos)
Ingressos: R$ 40 / R$ 30 / R$ 12 pelo site eventim.com.br ou pela bilheteria.
Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e sábados e domingos, das 10h às 17h.

* Programação sujeita a alterações.

Mais informações:

ENRIQUE ARTURO DIEMECKE
REGENTE

Nascido no México, o maestro e compositor Enrique Arturo Diemecke estudou violino – desde os 6 anos de idade –, trompa e regência, especializando-se na Universidade Católica de Washington. Hoje é diretor artístico do Teatro Colón, em Buenos Aires, diretor musical da Orquestra Filarmônica de Buenos Aires, diretor musical da Flint Symphony Orchestra, em Michigan, e é considerado o principal maestro mexicano de sua geração. Notável intérprete das obras de Mahler, recebeu uma medalha da Mahler Society por suas performances das sinfonias completas. É convidado frequente de orquestras de todo o mundo, como a Orquestra Sinfônica Nacional em Washington, a Orquestra Sinfônica de São Francisco, a Orquestra Nacional Francesa, a Sinfônica da BBC, a Orquestra Filarmônica Real, L’Orchestre de Paris, entre outras. Experiente maestro de ópera, atuou como diretor musical da Bellas Artes Opera do México, de 1984 a 1990, onde liderou mais de 20 produções, incluindo Fausto, La Bohème, Elektra, Rigoletto, Turandot e Madama Butterfly. Recebeu diversas condecorações como da Academia de Gravações Líricas, com o Prêmio BrunoWalter Orpheus d’Or de Melhor Maestro de Ópera, e a Medalha de Ouro Jean Fontaine Orpheus d’Or pela Melhor Gravação de Música Vocal. Ele e a Orquestra Nacional do México, que conduz há 20 anos, indicados na categoria Melhor Álbum Clássico no 3º Grammy Latino. Outras gravações suas receberam também um Golden Record Award e uma indicação ao Grammy. Como convidado, participa de festivais como o Lincoln Center Summer Festival, o Hollywood Bowl Festival, o Autunno Musicale a Como (Itália) e o Europalia (Bruxelas). Compositor e arranjador, suas obras Die–Sir-E, Chacona a Chávez, Concerto de Violão e Camino y Vision foram apresentadas na Europa e nos Estados Unidos.

MÁRIO ZACCARO
MAESTRO TITULAR CORO LÍRICO

Estudou regência com Eleazar de Carvalho e Robert Shaw, e orquestração com Cyro Perei¬ra e Luis Arruda Paes. Foi diretor artístico da Orquestra Jazz Sinfônica e regente assistente do maestro Isaac Karabtchevsky na Orquestra Sinfônica Municipal. De 1994 a 2013, foi regente do Coro Lírico Municipal de São Paulo, reassumindo a função em 2017. Procura sempre introduzir inovações nas técnicas de preparação musical do corpo artístico. Em 1997, recebeu o prêmio de Melhor Regente Coral pela APCA. Considerado um dos maiores regentes corais e sinfônicos em atividade na cena musical brasileira, o maestro, compositor, arranjador e pianista Mário Zaccaro foi também professor de teoria, harmonia e percepção musical na Escola Municipal de Música.

EIKO SENDA
SOPRANO

Nascida no Japão, a soprano Eiko Senda chegou ao Brasil em 1995, assumindo papéis nos principais teatros do país. Fez mais de 80 apresentações deMadama Butterfly, de Giacomo Puccini, e se especializou em óperas do compositor brasileiro Carlos Gomes, interpretando Maria Tudor, Condor e Lo Schiavo. Fez relevantes interpretações da lírica wagneriana e italiana, se consagrando nos papéis de Senta (Der Fliegende Holländer) e Isolde (Tristan und Isolde). No repertório de concertos, estão obras como o Requiem Alemão (Brahms), a Nona Sinfonia (Beethoven), o repertório de Strauss e a Sinfonia No 2 (Mahler). Em passagem pela Argentina, fez o papel de Chrisothemis (Elektra, de Strauss) e protagonizou Violanta (Korngold), ambas no Teatro Colón. Eiko voltou ao Japão algumas vezes, apresentando-se ao lado da Orquestra Osaka Music University, em Osaka, e na Tokyo Akasaka Culture Hall. Entre os prêmios conquistados, estão os primeiros lugares no Wakayama Intl. Music Competition e no Takarasuka Intl. Chamber Music Competition, em 1988; o de Melhor Cantora Estrangeira, na Argentina, o de Patriota Cultural, pela embaixada japonesa em Montevidéu, e um no Concurso Internacional Maria Callas.

DENISE DE FREITAS
MEZZO SOPRANO

Com um extenso repertório sinfônico, interpretou grandes personagens como Carmen, da ópera Carmen, Dalila, de Samson et Dalila, Adalgisa, deNorma, Laura, de La Gioconda, Charlotte, de Werther, Fenena, de Nabucco, Azucena, de Il Trovatore, entre outros. Apresentou-se junto a renomadas orquestras, como a Filarmônica de Minas Gerais, em Il Tramonto, de Respighi, e El Amor Brujo, de Falla. No Theatro São Pedro, cantou Wesendonck Lieder, de Richard Wagner, e a ópera Arlecchino, de Busoni, no papel da Colombina. Também interpretou Adalgisa, da ópera Norma, no Palácio das Artes, e no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Já se apresentou em Berlim, Paris, Lisboa e Bogotá. Foi ganhadora do Prêmio APCA, em 2017; do Prêmio Carlos Gomes, em 2004, 2009 e 2011; do Prêmio Bidu Sayão; do Prêmio Talentos da Rádio MEC; do Concurso de Interpretação da Canção Brasileira e do Prêmio APCA pelo CD Lembrança de Amor. Apresentou-se na abertura da Temporada 2018 do Theatro Municipal de São Paulo, na grandiosa Sinfonia N° 8, de Gustav Mahler.

MARCELLO VANNUCCI
TENOR

Estreou em óperas no papel de Ismaele (Nabucco, Verdi) e, desde então, vem se consagrando por seu talento e repertório, que inclui papéis como Salvador Rosa (Salvator Rosa, Gomes), Pery (O Guarani, Gomes), Duque de Mantua (Rigoletto, Verdi), Alfredo Germont (La Traviata, Verdi), Pinkerton (Madama Butterfly, Puccini), Don Jose (Carmen, Bizet), Sir Edgardo di Ravenswood (Lucia de Lammermoor, Donizetti), o papel-título de Andrea Chénier (Giordano), Enzo (La Gioconda, Ponchielli), Baco (Ariadne auf Naxos, Strauss) e Sansão (Sansão e Dalila, Saint-Saëns). Recebeu elogiosas críticas por sua participação na montagem da ópera Turandot (Puccini), em Belo Horizonte. Fora do Brasil, o tenor cantou na Colômbia a ópera Aida (Verdi), produção que recebeu excelente repercussão internacional. Em 1998, participou do concurso de canto Vinhas, na Espanha, ocasião em que ganhou uma bolsa de estudos para estudar com a soprano Magda Olivero. Marcello Vannucci ainda foi agraciado, em 2010, como Melhor Cantor no Prêmio Carlos Gomes.

SÁVIO SPERANDIO
BAIXO

Dono de voz e presença cênica marcantes, tem se apresentado nos principais teatros do Brasil e também no Teatro Colón (Buenos Aires), Teatro Real (Madri), Palau de Les Arts Reina Sofía (Valência), Festival Rossini (Wildbad), Rossini Opera Festival (Pesaro), Teatro Arriaga (Bilbao, Espanha), Opera Nacional Eslovena (Liubliana, a capital da Eslovênia), Teatro Argentino de La Plata (Buenos Aires), Auditorio Nacional del Sodre Dra. Adela Reta (Montevidéu, Uruguai), entre outros. Interpreta as principais partes de baixo em importantes títulos de ópera, com destaque para L’Italiana in AlgeriIl Viaggio a ReimsDon Pasquale, The Rake’s Progress, Aida, Norma e outros. Recebeu os prêmios de Melhor Intérprete de Canção Brasileira no IV Concurso Internacional de Canto Lírico Carlos Gomes, Melhor Intérprete de Canção de Osvaldo Lacerda, atribuído pelo compositor Osvaldo Lacerda, e Revelação do Ano, no Prêmio Carlos Gomes de Música Erudita (2005). Em 2019, se apresentou no Theatro Municipal de São Paulo como o Dr. Bartolo, na ópera O Barbeiro de Sevilha, de Gioachino Rossini.

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