Conheça os solistas do concerto da Sinfonia n.8, de Gustav Mahler

Gabriella Pace
Soprano

Vencedora do Prêmio Carlos Gomes 2010, Pace já colaborou com maestros como Lorin Maazel, Pier Giorgio Morandi, Isaac Karabtchevsk, Roberto Minczuk, Rodolfo Fischer, Luiz Fernando Malheiro e Fábio Mechetti. Das diversas personagens que já interpretou destacam-se Jenůfa, Fiordiligi, Menina
das Nuvens, Ilia, Pamina, Tytania, Eurídice e Adina. Frequentou vários festivais de música de câmara no Brasil e na Europa ao lado de grandes músicos como os pianistas Bengt Forsberg, Gilberto Tinetti e David Kadouch. Gravou o CD "Ciclo Portinari e Outras Telas Sonoras" do compositor brasileiro João Guilherme Ripper e a “Canção do Amor” de Villa-Lobos junto à OFMG pelo selo Naxos. Próximos compromissos incluem o Festival Equinox em Copenhague, a estreia brasileira no papel título da ópera “Káťa Kabanová” no Theatro São Pedro e Liù na ópera “Turandot” no TMSP. Gabriella iniciou os estudos com o pai, Héctor Pace, e foi aluna de Leilah Farah e Pier Miranda Ferraro. Atualmente aperfeiçoa-se com Sylvia Sass.

 

Rosana Lamosa
Soprano

A carioca Rosana Lamosa é uma das mais importantes sopranos brasileiras, sendo
reconhecida pela critica e meio cultural que lhe agraciou com os Prêmios APCA(1996), Carlos Gomes ( 1998 e 2002) e a Ordem do Ipiranga (2010) no grau de Comendadeira. Em sua carreira destacam-se os papéis de Manon, Melisande, Mimi, Violetta, Juliette e Marie (Fille du Regiment), Lucia de Lammermoor, Norina,Gilda, Rosalinde, Anne Truelove, Nannetta, Hanna Glavari, Micaela, Lucy, Condessa, tendo participado da primeira produção brasileira do Anel do Nibelungo de Wagner.
Cantou O Guarany em Lisboa, Armide no Festival de Buxton na Inglaterra, Rigoletto nos EUA, tendo atuado também como concertista em apresentações no Carnegie Hall e no Concert Hall de Seoul. Protagonizou as estréias brasileiras de Magdalena de Villa-Lobos, Alma de Claudio Santoro e A Tempestade de Ronaldo Miranda. Apresentou-se para o Papa João Paulo II durante sua visita ao Brasil e na 9ª Sinfonia sob regência de Kurt Masur. Discografia: Jupyra com a OSESP (BIS), Bachianas Brasileiras (Naxos), Canções do Amor (Quartz), Missa de Nossa Senhora da Conceição com a OSB (Biscoito Fino). Em 2016 participou do Concerto de Abertura do TMRJ na Missa Solemnis de
Beethoven e dos Concertos Música Brasilis em homenagem à Carlos Gomes e de recitais e masterclasses em Recife e do Festival de Musica de Londrina. Em 2017 cantou a Paixão Segundo São Mateus com a Camerata Antigua em Curitiba e participa de recitais e concertos em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e do Festival de Música de Londrina e da ópera Don Giovanni em São Paulo. Em 2018 estará na Oficina de Música de Curitiba, no concerto de abertura da temporada do TMSP, onde também atuará em Pelleas et Melisande. Em abril com a OSESP fará a estréia mundial da obra de Ronaldo Miranda sobre textos de Garcia Lorca. É professora de canto da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 

Raíssa Amaral
Soprano

Graduada, mestra e doutoranda em música com habilitação em canto lírico e ênfase em práticas interpretativas (análise e performance) pela Unicamp, na qual também se formou em cordas popular. Atuou em diversas óperas como: “L’elisir d’amore” (Adina); “Die Zauberflöte” (Pamina); “Der Schauspieldirektor” (Mademoiselle Silberklang); “Don Giovanni” (Donna Anna); “Le Nozze di Figaro” (Condessa de Almaviva); “Dido and Aeneas” (Belinda) e também como Carolina em “A Moreninha” de E. Mahle e Ghita em “Der Zwerg” de A. Von Zemlinsky. Suas participações como solista incluem concertos com a OSM, ORTHESP e OSMG, entre outras.

 

Denise de Freitas
Mezzo-soprano
Ganhadora do Prêmio APCA 2017 como cantora lírica, possui uma das mais importantes e sólidas carreiras líricas do Brasil da atualidade.  Com apresentações nas mais renomadas salas do Brasil,  Denise tem, além de um extenso repertório sinfônico, grandes personagens para a voz de mezzo-soprano, destacando-se Carmen,  Dalila de Samson et Dalila, Adalgisa de Norma, Laura de La Gioconda, Charlotte de Werther, Fenena de Nabucco, Azucena em Il Trovatore, O Compositor em Ariadne auf Naxos, Fricka de A Valquíria,  entre outros. Durante o ano de 2017 interpretou grandes obras. Com a Filarmônica de Minas Gerais , destacam-se Il Tramonto de Respighi e El amor brujo de Falla, sob regência do Maestro Fabio Mechetti. Teve grande sucesso de público e crítica sua interpretação como Adalgisa, da Ópera Norma, no Palácio das Artes sob regência do Maestro Silvio Viegas, e no Teatro Municipal do Rio de Janeiro sob regência do Maestro Roberto Tibiricá. No Theatro São Pedro cantou Wesendonck Lieder de Wagner, sob regência de Lígia Amadio, e a ópera Arlecchino, de Busoni, no papel da Colombina, sob regência de Ira Levin. Em novembro, a Rapsódia  para contralto de Brahms com a Amazonas Filarmônica, e as Canções de Amor de Claudio Santoro, sob regência de Marcelo de Jesus. Em dezembro, interpretou Carmen com a Filarmônica de Goiás, sob regência de Neil Thomson. No plano internacional, Denise de Freitas cantou, em forma de concerto, a ópera Yerma de Villa-Lobos em Berlim, Paris e Lisboa; em tour por várias cidades europeias, sob regência do Maestro Helmut Hilling apresentou-se na obra Stabat Mater de Dvořak. Na ópera de Bogotá, participou das encenações de As Bodas de Figaro, Os Contos de Hoffmann e de O Barbeiro de Sevilha, nos papéis acima mencionados. Ao longo de sua carreira, todas essas interpretações lhe renderam três prêmios Carlos Gomes, em 2004, 2009 e 2011. Denise de Freitas recebeu também o Prêmio Bidú Sayão, o Prêmio Talentos da Rádio MEC, foi a vencedora do Concurso de Interpretação da Canção Brasileira, e detentora do Prêmio APCA pelo CD Lembrança de Amor, com composições de Osvaldo Lacerda e Eudóxia de Barros ao piano.

 

Ana Lucia Benedetti
mezzo-soprano
Brasileira, natural de São Paulo, estudou piano no Conservatório de Música “Ars et Scientia” e é bacharel em Canto pela Faculdade Mozarteum na classe de Francisco Campos Neto. Estudou também com Hildalea Gaidzakian, Marcos Thadeu e Regina Elena Mesquita. Atualmente é orientada por Isabel Maresca, Rafael Andrade e Mo. Gabriel Rhein-Schirato. Ana Lucia tem seu talento premiado em vários concursos no Brasil. Venceu o 1o lugar no IX Concurso de Canto Maria Callas (2009), o prêmio Melhor Voz Feminina no IV Concurso Estímulo para Cantores Líricos Carlos Gomes (2011), 3o lugar no IX
Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão (2011) e, finalista do VI Concurso de Interpretação da Canção de Câmara Brasileira (2004). Debutou como Ulrica em Un Ballo in Maschera no Palácio das Artes de Belo Horizonte (2013); como Lola em Cavalleria Rusticana no Theatro São Pedro (2009)
e estreou no Teatro Municipal de São Paulo como Inês em Il Trovatore (2014). Destacou-se também nas produções: “Le Domino Noir” de D. Auber (Jacinthe/Ursule); “Le convenienze ed inconvenienze teatrali – Viva la Mamma!” de G. Donizetti (Dorothea Frescopane); “Orfeu no Inferno – a paródia” de J. Offenbach (Juno); “Moscou, Cheryomushki” de D. Shostakovich (Vava,) e “El hijo fingido” de J.
Rodrigo (Barbara), entre outras. Trabalhou sob regência de maestros como John Neschling, Luiz Fernando Malheiro, Giuseppe Sabbatini, Roberto Tibiriça, João Maurício Galindo, Mauro Wrona e
Marcelo Ramos. No repertório sinfônico, destacam-se títulos como Sinfonia nº 9 de Beethoven com a Sinfônica do Paraná (2014), com a Sinfônica de Minas Gerais (2013) e na Série Tucca de Concertos (2012); concerto de Gala Lírica com a Orquestra Sinfônica da Bahia (2013), Homenagem a Maria Callas (Theatro São Pedro, 2011); Oratório de Natal de C. Saint-Säens (Sala São Paulo, 2011), entre outros. Em 2015 no Theatro Municipal de São Paulo, participou das produções Otello (Emília) com regência de John Neschling e direção de Giancarlo del Monaco; Eugene Onegin (Olga) com regência de Jacques Delacôte e direção de Hugo de Ana e Thaïs (Albine) com regência de Alain Guingal e direção de Stefano Poda, além de Alexander Nevsky com regência de John Neschling. No Teatro Municipal de Santiago, interpretou Santuzza em Cavalleria Rusticana. Em 2016 cantou Requiem de Verdi no Teatro Municipal do Rio de Janeiro sob regência de Jacques Delacôte e com a Sinfônica de Minas Gerais sob regência de Silvio Viegas, um concerto lírico com a Filarmônica de Goiás sob regência de L. F. Malheiro, Cavalleria Rusticana (Santuzza) com a OSMG, Magnificat Aleluia de Villa-Lobos com OSUSP entre outros. Compromissos recentes incluem A Danação de Fausto (Marguerite) de Berlioz no Teatro Municipal de São Paulo, Concerto de Abertura e Stabat Mater de Pergolesi no Festival de Ópera do Theatro da Paz em Belém entre outros.

 

Fernando Portari
Tenor
O tenor  Fernando Portari é um artista versátil que ao longo do tempo aliou  a arte de seu canto à força de sua voz para tornar-se intérprete dos mais variados gêneros musicais. Artista internacionalmente reconhecido cantou no teatro Alla Scala de Milão e  foi partner da  soprano Anna Netrebko em Berlim sob a regência do maestro Daniel Barenboim. No Brasil ao longo de sua carreira  participou de mais  de 40 montagens de óperas , shows e espetáculos em nossos  principais teatros.

 

Lício Bruno
baixo-barítono
Prêmio Carlos Gomes em 2004, um dos mais célebres artistas brasileiros, é Bacharel em Canto, Mestre em Performance e tem aperfeiçoamento em Ópera e Repertório Sinfônico pela Franz Liszt Academy of Music, Budapeste. Professor do Bacharelado em Canto da Escola de Música da UFRJ e professor de Interpretação Vocal do Bacharelado em Teatro da CAL, RJ, é coordenador do curso de pós-graduação em Canto e Expressão da FACI/Alpha Cursos, no Espírito Santo. Recebeu em 2015 a “Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes” (SBACE-SP) e a Medalha Cinquentenário das Forças Brasileiras Internacionais de Paz da ONU (ABFIP- ONU). Com 10 primeiros prêmios em concursos (nacionais e internacionais) e mais de 80 personagens em óperas de diferentes autores e estilos, é até hoje, o único brasileiro
intérprete do Wotan/Wanderer da tetralogia wagneriana. Atua no Brasil, Europa, América Latina e Indonésia. Em 2015, Licio Bruno lançou com a pianista Cláudia Marques, o CD “Ê vida, ê voz! –
Canções de Edmundo Villani-Côrtes”, celebrando 85 anos de vida do compositor. Diretor artístico do II Festival SESI de Ópera, ES, estreou recentemente junto à Filarmônica de Goiás a obra “Eight Songs for a Mad King”, de Peter Maxwell Davies, com grande sucesso. Em 2018 canta a Nona Sinfonia de Beethoven com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais na celebração dos 10 anos da orquestra, participa da da abertura da temporada artística do Teatro Municipal de São Paulo com a 8a. sinfonia de Mahler e canta O Castelo de Barba Azul com a Orquestra Sinfônica da Bahia. Nesse ano, Lício celebra 30 anos de atividades artísticas em palcos do Brasil e exterior.

 

Savio Sperandio
baixo

A voz e a presença cênica marcantes de Sávio Sperandio o tem tornado um dos artistas mais solicitados do Brasil. Tem se apresentado em óperas nos Teatros Municipais do Rio de Janeiro e São Paulo, Theatro da Paz (Belém), Teatro Amazonas (Manaus), Palácio das Artes de Belo Horizonte, Teatro São Pedro (SP), Teatro Pedro II (Rib. Preto – SP), nos títulos Il Trovatore, La Forza del Destino, Macbeth, Sanson et Dalila, Le nozze di Fígaro, Die Zauberflöte, Falstaff, Don Carlo, Colombo, Romeo et Juliette, Orfeo, Don Giovanni, Gianni Schichi, La Boheme, Lucia di Lammermoor, Il Guarani, Lo Schiavo, Les Troyen, Vec Makropulos, Aida, Joanna de Flandres, Rigoletto, L`Elisir d`amore, Il Barbiere di Siviglia, The Progress etc. No exterior cantou O Barbeiro de Sevilha (Bartolo) no Theatro Colón de Buenos Aires (2005), no Festival de Ópera de Ercolano/tália (2007) e no Teatro Real de Madrid (2008), L’Italiana in Algeri (Mustafá) no Festival Rossini in Wildbad, Alemanha (2008), Il Viaggio a Reims (Don Profondo) no Rossini Opera Festival de Pesaro (2006) e no Teatro Arriaga de Bilbao/Espanha (2008) sob direção de Emilio Sagi e regência de Alberto Zedda, Don Pasquale (Don Pasquale) no Teatro Real de Madrid (2009), Zelmira (Gran Sacerdote) no Rossini Opera Festival de Pesaro (2009) sob reg. de Roberto Abbado, Una cosa rara (Lisargo) no Palau de les Arts Reina Sofía em Valencia (2010), Ernani (G. Verdi) no Teatro Avenida de Buenos Aires e Le Grand Macabre no Teatro Argentino La Plata.
Recentemente participou das montagens de The Rake's Progress (Nick Shadow) no Teatro Municipal de São Paulo, Nabucco e "Romeo e Julieta" no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, O Caso Makropulos com a Petrobras Sinfônica, Aida em Porto Alegre, O Barbeiro de Sevilha com a CIA Brasileira de Opera na turnê pelo Brasil e La Boheme no Teatro Pedro II em Ribeirão Preto-SP entre outras. Em concertos sinfônicos, tem cantado com as principais orquestras brasileiras (OSESP, OPES, OSMG, OSM SP, Amazonas Filarmônica etc), destacando o Réquiem de Verdi, a Messa di Gloria de Puccini, Messiah de Handel, Réquiem de Mozart, 9ª Symphonie e Missa Solemnes de Beethoven, Paixão Segundo S. Mateus e Paixão Segundo S. João de Bach. Recebeu os seguintes Prêmios: “Melhor Intérprete de Canção Brasileira” no IV Concurso Internacional de Canto Lírico Carlos Gomes, “Melhor Intérprete de Canção de Osvaldo Lacerda” atribuído pelo compositor Osvaldo Lacerda e, “Revelação do Ano” no Prêmio Carlos Gomes de Música Erudita (2005).  Sávio Sperandio é Bacharel em Canto e Violino pela Universidade Federal de Goiás e é orientado por Isabel Maresca.

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