Temporada Lírica

Nos seus 107 anos de história, a temporada lírica terá grandes produções que abordam a relação entre o amor e seus conflitos, por meio de uma seleção de importantes títulos de compositores, como Giuseppe Verdi, Richard Strauss, Claude Debussy e Giacomo Puccini. As temáticas sugerem questionamentos sobre tolerância, ambição, encantamento e desejo. O Amor em Todos os Sentidos é o elo entre todas as obras.
Os concertos são executados pela corpos artísticos da Fundação Theatro Municipal: Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Coro Lirico e Coral Paulistano.
Temporada Lírica

Nos seus 107 anos de história, a temporada lírica terá grandes produções que abordam a relação entre o amor e seus conflitos, por meio de uma seleção de importantes títulos de compositores, como Giuseppe Verdi, Richard Strauss, Claude Debussy e Giacomo Puccini. As temáticas sugerem questionamentos sobre tolerância, ambição, encantamento e desejo. O Amor em Todos os Sentidos é o elo entre todas as obras.

A estreia acontece no dia 12 de maio, às 20h, com La Traviata, de Giuseppe Verdi. A direção será de Jorge Takla e as apresentações seguem até 23 de maio, sempre às 20h, com exceção da récita no domingo (13) que será às 18h. À frente da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo estará o maestro titular Roberto Minczuk e o Coro Lírico Municipal de São Paulo será comandado por Mário Zaccaro. A obra possui uma das melodias mais conhecidas do universo operístico: Brindisi, já interpretada por grandes tenores como Luciano Pavarotti.

A peça se passa em Paris. No enredo, o amor trágico entre uma cortesã e um jovem de classe alta. No papel de Violetta, as sopranos Nadine Koutcher e Jaquelina Livieri. Como Alfredo, os tenores Fernando Portari e Georgy Vasiliev.

Quase um mês depois, em 15 de junho, às 20h, ocorre a estreia brasileira da ópera encenada O Cavaleiro da Rosa, de Richard Strauss, que terá direção cênica de Pablo Maritano. O elenco inclui a soprano Carla Filipic Holm como Marechala; o baixo Sávio Sperandio como o Barão Ochs; e a mezzo-soprano Luisa Francesconi no papel do jovem Octavian.

“É uma das maiores e mais grandiosas óperas de todos os tempos. Tem 40 solistas, uma orquestração enorme, a participação do Coral Paulistano. Será um evento único no País”, comenta o maestro titular da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Roberto Minczuk.

No libreto, o amor é mostrado em atitude nobre e altruísta. Octavian, de 17 anos, é o amante da bela e madura Marechala Von Werdenberg, uma mulher de personalidade forte. Ao vê-lo apaixonado por uma menina da sua idade, Sophie, Marechala desiste do seu romance.

Com o objetivo de remontar títulos de excelência que fazem parte do acervo, a temporada lírica retorna em outubro com a efeméride e obra prima operística de Claude Debussy, Pelléas et Mélisande. A ópera será uma remontagem de 2012, dirigida por Iacov Hillel, e marca o centenário de morte do compositor.

O drama se desenvolve por meio de um triângulo amoroso: após se perder na floresta, Mélisande é descoberta por Goulaud. Eles se casam, mas a jovem acaba se envolvendo com o irmão mais novo de Goulaud, Pelléas. As récitas acontecem de 12 a 21 de outubro, sempre às 20h, com exceção do domingo que será às 18h. O barítono Yunpeng Wang interpreta Pelléas, a soprano brasileira Rosana Lamosa estará no papel de Mélissande e Goulaud será feito pelo baixo-barítono Stephen Bronk.

Iacov Hillel é diretor de espetáculos e iluminador. Dentre os títulos que já dirigiu está Don Giovanni, de Wolfgang Amadeus Mozart, Aida, de Giuseppe Verdi, Pagliacci, de Ruggero Leoncavallo. No Municipal, também já dirigiu O Morcego, de Johann Strauss. Por suas montagens, Hillel já recebeu importantes prêmios como Moliére, Sharp, APCA, FIT, Mambembe.

Encerrando a temporada de óperas, o TMSP monta Turandot, de Giacomo Puccini, de 16 a 25 de novembro sempre às 20h, com exceção do domingo, às 18h. A produção foi encenada no Theatro Municipal em 1939 e em 1996. Turandot será dirigida por André Heller-Lopes e contará com a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Coro Lírico e Coral Paulistano, com os maestros Roberto Minczuck, Mário Zaccaro e a maestrina Naomi Munakata nos comandos respectivamente.

Em três atos, as récitas abordarão a história de uma princesa que, por não querer se casar, propõe aos pretendentes três enigmas. Quem se candidatar e não conseguir resolver será morto. Na história, surge um Príncipe desconhecido que encantado pela beleza da nobre arrisca a própria vida por este casamento.

 

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